Originalmente, a contemporaneidade é tecnicamente a representabilidade cativa e vigente de um simples e instigante paradoxo indulgente. Do qual este engloba individualmente assserções e silogismos possuintes propriamente de contrariedades heterogêneas para com a mentalidade e moralidade pertencente ao intelecto humano. Conjuntamente da cristandade ordinária e seus falares lancinantes. Comumente, a proeminência respeitante a visualidade da mortalidade, salienta vivamente a categórica asseveração de que possuímos uma inerente inseparabilidade entre a bonança benignidade e o ardil pertencente ao infesto e nocente ímpio. A representabilidade tangivelmente patente e crua atinente à caótica asseveração de anjos e demônios que fazem morada internamente em nossas sepulcrais almas sujas. Onde somos divididamente portadores do deleitante gozo conjuntamente da bonança e a apolínica ventura vivificada. A virtuosidade vivente da clemente filantropia benevolente. Onde, em contra parte, é igualmente existente, a funesta aura depravada e desedificante concernente aos intrépidos e deletérios dragões infernais. Cujo apresenta-se a fúnebre e lôbrega quimera que age como uma inclemente utopia que fere a avidez seca de nossa destrutível carne semelhantemente aos franzinos espinhos de uma roseira de Darcey. Porém... no final sempre é consumada uma recorrente e reiterada indagação...
"Para quem iríamos ceder a condução de nossa espiritualidade? Quê grandes responsabilidades teríamos em deixar um demônio ou um anjo ser portador de tal potencialidade? Ou se hipoteticamente escolhêssemos deleitar-se de uma fundição entre ambos?"
"O mundo apodrece sob um céu que esqueceu a luz, onde os mortos caminham e os vivos tremem, mas o verdadeiro terror não vem dos gemidos da horda. Ele vem dos Arautos do Fim, sombras cuja mera existência sufoca a esperança, uma força tão absoluta que o apocalipse se curvava diante deles.
Ninguém sabe o que são - se humanos quebrados pelo colapso ou algo mais, forjado no vazio do fim. Os Arautos não precisam brandir armas ou erguer vozes; sua crueldade é silenciosa, implacável, uma promessa de aniquilação que não requer espetáculo.
Os sobreviventes, escondidos em abrigos que tremem com o vento, contam histórias de um fim que não é apenas morte, mas anulação. Homens que enfrentaram zumbis sem temor agora sussurram, com olhos vazios, temendo que cada sombra seja um Arauto. Sua crueldade não é sádica, mas fria, como se o sofrimento fosse apenas um detalhe em sua visão de um mundo que já se rendeu. Eles são o fim, não porque destroem, mas porque o mundo, em sua ruína, sussurrou por misericórdia."
Arautos do Fim é um mosaico de retratos sombrios, cada capítulo desvendando um personagem como uma dessas figuras terríveis, cuja presença é suficiente para apagar qualquer traço de esperança. Sem nomes para humanizá-los, sem rostos para compreendê-los, eles são a personificação do apocalipse, e suas histórias revelarão o que significa temer o que não pode ser enfrentado.