Cair de Pensamento

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Nov 1, 2023
Em um mundo onde as emoções entrelaçam-se como as páginas de um livro infinito, convido você a explorar um reino de sentimentos, pensamentos e experiências. Cada capítulo desta obra é uma porta para um universo distinto, onde o desejo ardente é tão palpável quanto o frescor da tristeza, onde a fantasia ganha vida nas asas da imaginação, e onde o amor, como um fio de prata, tece a trama que liga todos esses elementos. Neste livro, as palavras se desdobram em poesia, se entrelaçam em contos, e dançam na prosa, proporcionando um vislumbre da complexidade humana. Aqui, cada página é uma jornada, cada capítulo uma nova aventura, e cada palavra uma experiência em si. Prepare-se para explorar o labirinto de nossos corações e mentes, onde a amizade é o farol que nos guia, o romance é a estrela que nos ilumina, e o amor é a força que nos impulsiona. CONCLUÍDO
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Apesar da solidão que me assola e da descomunal amargura que cresce dentre meus ossos, falar de amor ainda é algo que faço com maestria. Não como romancistas lunáticos e os jovens que acabaram de se encontrar com o doce gosto da paixão. Não, é claro que não. Sempre fui capaz de enxergar cada uma das vertentes que compõem este sentimento tão incapaz de ser descrito. Amor. Há dor no amor. Há picos e vales que te levam da excitação até a eutanásia. Uma constante inconstante, que te leva do ápice até o abismo. Uma sequência de contradições e de sentimentos sem definições, daqueles que te proporcionam momentos onde até aquilo que sempre fora considerado ruim, se torna questionável. Se te faz bem ou se não, quem pode dizer? Vertigem, crise nervosa, ansiedade, pânico. Borboletas no estômago. Mas também há beleza no amor, onde até a maior amofinação pode ser perdoada. Quando os olhos cintilam, a afabilidade se descontrai e a compreensão surge sem teimar. Uma grande coleção de agradecimentos pelos mais pequenos gestos, uma paz que surge, leve e reluzente. Se instala e permanece, espalhando-se feito praga e deixando pelos ares os mais puros sentimentos. Alegria, compaixão, afeto, romance. Descontrole emocional. Há tantas vertentes, incoerências e variedades... Algo tão místico e indecifrável como tal certamente me tira o sono. E alguns versos, se me permite dizer. Escrevi, em madrugadas frias como o inverno - ou tão quentes como o inferno -, algumas vertentes das quais compõem aquilo que eu, como quem sou, acredito que seja amor. Não como um todo, não como uma única coisa, mas sim como tudo aquilo que compõe o tão magnífico sentimento, sobre tudo aquilo que há. Deixo aqui os meus versos, incoerentes e labirínticos, onde tento de alguma forma expressar, explicar, decifrar o que é o amor. Se chegou até aqui, meu caro, eu vos agradeço. Não são todos os que se dispõem a entender o amor de um escritor.

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