As Correntes Obscuras da Luz

As Correntes Obscuras da Luz

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Mar 15, 2024
Correntes obscuras é sobre os segredos de uma entidade indígena num brasil distopico, que se auto proclama a deusa da justiça, e que ordena as suas facções humanas para que cacem os seres folclores para serem julgados conforme as suas leis. Se a humanidade fizer como foi determinado se livrará dos males da radiação e terá eletricidade e um prato de comida na mesa. E as pessoas estariam ignorando os perigos do mundo, se não fosse a aparição de Cadejos com uma versão sombria das correntes da Deusa Justiceira e Acorrentadora, pois mascaras caem e mistérios se revelam. ----- "Imaginem uma Deusa-juíza, indígena, julgando seres folclóricos e mandando eles pra cadeia. Agora, imaginem que esta deusa esconde do mundo os seus cães sombrios. Isto é Correntes Obscuras da Luz!" "Bem-vindo a essa experiência sombria e empolgante! Neste Brasil distópico, após um cataclisma, os folclóricos escaparam o Brasil e cabe as facções da Deusa da Justiça Indígena traze-los para condenação ou absolvição, venha participar deste julgamento!"
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Após décadas de exploração descontrolada, a Amazônia, antes um dos maiores pulmões do planeta após uma chuva de meteoros foi reduzida a um cenário desolador Os rios secaram, os animais fugiram, e a floresta foi tomada por poeira e cinzas A devastação, no entanto, não passou despercebida pelos antigos seres que habitavam as lendas e o imaginário popular do Brasil Criaturas do folclore, há muito consideradas extintas começaram a ressurgir, despertadas pela destruição. No Pará, as margens de rios quase mortos, o Boto Cor-de-Rosa voltou, mas não mais como o sedutor das histórias. Ele agora é um espírito vingativo, arrastando exploradores para as profundezas. Ao mesmo tempo, o Curupira, protetor das florestas, surge em meio às áreas desmatadas, usando seus pés virados para trás para confundir caçadores e madeireiros, deixando um rastro de destruição para aqueles que ousam desafiar a natureza. No Ceará, o sertão, que já sofria com a seca, foi tomado por uma fúria sobrenatural. A Mula-sem-Cabeça percorre os campos, suas chamas iluminando a noite e queimando tudo que representa a ganância humana. Ao mesmo tempo, o Saci-Pererê, brincalhão e travesso, tornou-se um sabotando de máquinas de extração e confundindo os fazendeiros com redemoinhos e assobios assustadores. Em Minas Gerais, nas cavernas e montanhas, o Boitatá, a serpente de fogo, emerge como guardião das últimas reservas de água e vegetação. Ele queima tudo que ameaça os rios e as nascentes. Nas cidades, o Lobisomem caminha entre os humanos, atacando aqueles que entram na sua fente, espalhando o terror entre os humanos e animais em extinção Esses seres não estão sozinhos. Pessoas comuns, movidas pelo medo , começaram a adorar essas criaturas como deuses da natureza. No entanto, nem todos veem essas criaturas como salvadoras. Grandes corporações e governos mobilizam exércitos para enfrentar os "monstros", iniciando uma guerra entre o mundo moderno e as forças

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