Medo e Covardia

Medo e Covardia

  • WpView
    Reads 15
  • WpVote
    Votes 3
  • WpPart
    Parts 1
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Mon, Nov 27, 2023
As vezes penso que minha covardia pode ser tão grande que não tenho a coragem de lidar com os conflitos da vida. Sabe aqueles pensamentos intrusivos? Ou aqueles atos que só necessitam de um empurrãozinho? Então, o meu empurrão é o medo. Não é o desejo de morrer, o medo de viver ou a falta de motivação. É apenas o meu lado covarde de pensar em resolver algo quando vejo que não poderei dar conta ou encarar as consequências. E é isto que aumenta a sensação de insuficiência e inutilidade. Confesso que é algo confuso, desejar a morte nos momentos de medo á vida. Vivendo como uma covarde, sim é isto que eu sou, uma grande covarde que ás vezes sonha muito alto. Mas sendo sincera, o fato de estar agora escrevendo é sem dúvidas um dos poucos atos de coragem que já tive. Tudo que quero é compartilhar pensamentos, mas acho que devo mudar o título.
All Rights Reserved
#8
covardia
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • The Light Of Hope 》KTH/ PJM
  • A Depressiva mais Bela (revisando ortografia)
  • Sinto Mais Do Que Consigo Expressar...
  • Mais Uma Vez: eu e meus textos
  • O fim do ARCO-ÍRIS
  • A Piranha
  • Praying || Zé Vieira
  • Seres Urbanos - Contos da Vida Real
  • Limiar da escolha
  • A Caloura

Acreditaria se lhe disessem que você pode não ser o protagonista da sua própria história? Ou que sua história pode possuir inúmeros outros pontos de vista, e que eles podem te tornar alguém completamente diferente do que acredita ser? Talvez tais possibilidades muitas vezes nos fogem da compreensão, unicamente por acharmos que por se tratar de nossas histórias, jamais seremos coadjuvantes ou até mesmo meros espectadores. Mas se deixarmos nosso narcisismo de lado, e começarmos a observar o impacto que cada decisão nossa causa na vida daqueles a nossa volta, podemos perceber que nunca seremos os protagonistas de história alguma. Pois sempre seremos apenas participantes de um plano por vezes gigantesco, do que costumamos chamar de destino. Parece confuso não é? Mas viver em si, já é algo confuso. Então apenas acredite que se deixarmos nossas ideias de protagonismo de lado, e apenas vivermos como acharmos ser mais cômodo ou certo para nós mesmos, a vida pode ser uma bela peça onde cada um obtém seu merecido final. Seja ele feliz, ou não tão feliz. Aqui serão contados os três atos de uma peça onde uma jovem, até então tida como protagonista de sua vida, contará como tudo a sua volta mudou após a perda daquele que amava. Serão atos onde as escolhas que talvez não se repitissem hoje, mostrarão o caminho de alguém que teve de lutar contra o próprio desejo de desistência, para ser capaz de encontrar o que seria o verdadeiro sentido de sua existência. Começa aqui a trajetória de uma jovem, em busca da sua verdadeira felicidade. Uma busca pela luz da esperança de um dia ser capaz de amar de novo, de um dia poder confiar que sua vida pode ser exatamente como ela idealizou.

More details
WpActionLinkContent Guidelines