Psicopata do Silêncio

Psicopata do Silêncio

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WpMetadataReadMatureComplete Wed, Oct 31, 2018
O vento rasga o tecido da realidade O gemido dos trovões partem montanhas As lágrimas das nuvens molham corações O grito das estrelas silencia o mundo A imortalidade do universo fecha os olhos dos mortais. Gritos de agonía podem ser ouvidos O silêncio que me sufoca É o mesmo que me faz intocável As lágrimas que abafa meus gritos É a mesma que me mantém no inferno Eu deixei de sentir dor, quando você me roubou, o coração. Nada é real Minha realidade é a fantasia É a poesia. Galáxias se produzem, se formam Planetas se chocam Estrelas se apagam Nuvens se desfazem Nada é tão real quanto o acreditar. Minha poesía não é para militante É para visitantes Eu sou você, Você sou eu Minha dor, eu compartilho. Se você acha que pode viver e sobreviver em um mundo de espinhos, venha, Eu ansiosamente espero por conhecer seus pensamentos mais sombrios. Poesía É minha alma atormentada É meu coração acorrentado Meus pés sangram Meus olhos se fecham Eu vivo Na Poesía.
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⚠️ DARK ROMANCE!!! ⚠️ Ele sempre esteve ali. Sempre acompanhou-me por onde eu estava. Sempre esteve à espreita, observando-me. Ele sabia. Sabia que tudo aquilo ultrapassava todos os seus próprios limites. Sabia que, todo o caos que havia trazido de volta à minha vida, de repente, já não teria mais um retorno para um ambiente pacífico. No entanto, era exatamente isso que trazia brilho aos seus olhos acinzentados. Olhando para aquelas íris, eu podia ter a certeza de que estava perdida. Perdida numa trama repleta de desejo, adrenalina. Medo. E, acima de cada um desses sentimentos, estava a sede pela vingança, que impregnava minhas veias sem que eu, ao menos, percebesse. Eu não tive tempo de impedir que acontecesse. Foi tudo muito rápido, como um flash. Como se, por um momento, estivéssemos juntos mais uma vez, correndo contra o tempo e ultrapassando os limites da velocidade. E, ao abrir os olhos mais uma vez, notei nossas mãos entrelaçadas. Os nós dos seus dedos frios grudaram-se com os meus num gesto e toque possessivo, e somente aquilo me fez ter a certeza de que eu nunca mais estaria sozinha. Até porque, eu nunca estive. Sempre estivemos presentes na vida um do outro, por mais que a raiva nunca nos deixasse admitir. Havia algo nele que me puxava de volta ao abismo profundo de onde, por um momento, pensei que seria capaz de fugir. Nossa união era mais que suficiente para fazer estremecer aquilo que, muitos, ainda, acreditam ser o tão sonhado "mundo perfeito". E nós faríamos. Juntos. PLÁGIO É CRIME!!! Em revisão. Passando pelo processo de Reescrita.

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