A hostilidade sempre foi a virtude da Exoterra, e a traição, a sua amante. Nenhum de seus imperadores viu completar seus dias assentado ao trono, nenhum viu o triunfo de seus feitos. Onaga, o Rei Dragão, morreu envenenado pelo seu antigo conselheiro, Shao Kahn, que por sua vez, morreu por sua própria insensatez e sede incontrolável de poder. Sua filha, Mileena, fora traída por um de seus generais, remanescentes do império de seu pai, Kotal Kahn, e morta durante a tentativa de recuperar seu khanato. Agora, a Exoterra pertencia aos Osh Tekk, e não muito diferente dos antigos imperadores, mantinham a tirania como forma de governo. Muitas eram as promessas de Kotal, mas a maior delas era de que a Exoterra jamais viria uma guerra civil acontecer novamente como foi a seis anos atrás, pois seus líderes já não possuíam mais poder. Mileena e Tanya estavam mortas, ambas pelo cajado de Kotal. E Rain, ainda vivo mas foragido, havia destruído toda sua fortuna de antigo general da monarquia em coisas supérfluas, e já não poderia ser uma ameaça ao grande império exoterrano. Os rebeldes estavam divididos e sendo caçados, portanto, não havia mais perigo, e a Exoterra finalmente viveria tempos de paz, talvez mais paz do que os tempos do Rei Dragão, que reinou pela ordem durante toda sua vida. --- Mas o que Kotal não se atentou, é que a maior ameaça não viria dos limites exoterranos... (NOTA DE ESCLARECIMENTO: eu vinha publicando essa história a alguns meses, porém encarei alguns problemas pessoais que resultaram na exclusão da mesma. Portanto estou retornando agora com ela, repaginada, reimaginada e com novas narrativas. Espero que compreendam, e eu tentarei o máximo não deixar meus leitores na mão dessa vez.)All Rights Reserved
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