Entre linhas que oscilam entre o concreto e o abstrato, "Vitreum" (do latim: de vidro) se propõe a explorar aspirações de forma íntima e visceral na forma de versos em crônicas e poesias exdrúxulas. É um convite à contemplação das fragilidades e transparências da alma humana. Com versos que flertam com o onírico, este livro se debruça sobre aspirações, inquietudes e silêncios, transformando crônicas e poesias excêntricas (ou esse curioso emaranhado de palavras) em um espelho fragmentado, onde o leitor pode enxergar partes de si.
"Vitreum é um estado de ser, uma alquimia que dissolve certezas e coagula emoções em formas que brilham e ferem. É a transparência que não pede licença, a fragilidade que se faz força, a poesia que, mesmo exdrúxula, se deixa tocar por quem tem coragem de encarar sua própria imagem. Se me quebrarem, não importa; no estilhaçar, ressoa minha essência. Pois ser vidro é ser alma nua, e ser alma nua é a forma mais corajosa de existir".
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#1 em poesiabrasileira | 24.01.25All Rights Reserved