A mecânica do amor

A mecânica do amor

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WpMetadataNoticeÚltima publicación vie, ene 12, 2024
Ela não sabe o que fazer quando se formar no colégio e nem quer pensar no assunto. Mas quando revela um talento especial para engenharia, é incentivada por uma professora a entrar para o clube de robótica da escola. O problema é que o clube é comandado por Teo, que além de gato e popular, ainda é mega inteligente e já tem cada passo do seu brilhante futuro bem planejado. Quando os dois se conhecem, o choque é instantâneo: eles se odeiam. Mas conforme trabalham juntos em robôs de combate, Teo logo reconhece o talento de Bel e percebe que não consegue parar de pensar na constelação de sardas no rosto da garota. E, pior ainda, se vê dedicado a aprender a discografia de Taylor Swift, de quem ela é fã. A mecânica do amor é o primeiro livro de romance contemporâneo da autora Alexene Farol Follmuth, conhecida pelo pseudônimo de Olivie Blake, e celebra a jornada de mulheres na área da ciência e da tecnologia em um enredo envolvente e apaixonante.
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Sozinha como a neve que cobre os campos de batalha, Yuki avança silenciosa, deixando para trás apenas rastros de sangue e silêncio. Conhecida como Neve Carmesim, ela não é heroína, mas também não é uma vilã comum. É algo diferente, algo entre o humano e o espectro: fria, calculista e implacável. A cada aldeia destruída, a cada soldado derrotado, a cada nobre executado, sua lenda cresce. Alguns a veem como justiceira que pune os cruéis e os corruptos, outros a temem como um demônio que caminha entre os vivos. Mas Yuki não busca redenção, nem glória, nem perdão. Seu caminho é marcado apenas por vingança, por memórias que jamais cicatrizam e pela inevitabilidade da morte que a segue como sombra. Desde o massacre de sua aldeia natal, onde perdeu tudo em meio a chamas e neve tingida de vermelho, Yuki carrega apenas a lembrança da dor. Essa lembrança é sua bússola, sua lâmina, sua razão de existir. Ao enfrentar generais cruéis, mercenários implacáveis, guerreiros lendários e até mesmo os nobres que ordenaram a destruição de sua família, ela nunca hesita. Sua espada dança entre a vida e a morte, executando cada movimento com precisão quase sobrenatural. Mas Yuki não é movida por fúria cega. Sua violência não é descontrole - é cálculo. Ela observa cada inimigo cair, como se estudasse o exato instante em que a vida deixa o corpo. Há frieza em seus olhos, mas também uma sombra de humanidade que insiste em permanecer, mesmo que deformada pelas cicatrizes do passado. A Neve Carmesim caminha só. Nunca forma clãs, nunca aceita aliados. Sua companhia é o silêncio, sua trilha é o sangue. Onde passa, a neve branca se torna vermelha, mas logo o vento e o tempo apagam seus rastros, como se o mundo tentasse esconder sua existência. Ainda assim, as histórias permanecem, contadas em sussurros entre aldeões e soldados: - "Ela caminha pela noite." - "Ela não poupa ninguém." - "Ela é a sombra na neve."

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