a realidade que ninguém quer acreditar

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WpMetadataNoticeZuletzt aktualisiert Mo., Jan. 22, 2024
poemas sobre nós, nós pessoas que não conseguem demonstrar amor, que temos traumas, cicatrizes que não chegaram nem a cicatrizar. eu estou aqui pra escrever o que você não pode falar. não lhe prometo textos perfeitos, sou uma jovem com uma mentalidade acima da minha idade, estou aqui pra voce se indentificar ou só pra você me julgar ou ver que sua vida podia ser pior em alguns aspectos, eu quero criar uma relação com vocês, quero me conectar com vocês, ou apenas ajudar vocês a se sentirem melhor. "talvez seja bom desistir da nossa felicidade, pra poder ser feliz " guarde essa frase na sua memória, foi ela que me ajudou a me desapegar daquilo que eu pensava me fazer bem " é amor sim, eles só não perceberam Ainda ." um dia, talvez eu explico o porquê dessa capa. eu estou aqui com você, pra te escutar ou apenas pra conversar, me use pra você aprender a se amar.
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Existem alturas na vida em que a coisa fica feia. Descobres que aquele que achavas ser o fundo do poço, afinal não é, porque a porra do fundo do poço fica sempre um bocadinho mais abaixo. Mas sabes que mais? Também tu tens mais força do que aquela que achavas que tinhas. Tens mesmo. Por isso se diz que o frio é sempre do tamanho do cobertor. Aquilo que eu descobri com a viagem interior que comecei (e continuo) é que podemos (e devemos) aproveitar os "fundos do poço da vida" para nos impulsionarmos de volta à superfície. Descobri que somos sempre mais capazes do que o que julgamos ser e que as certezas que (achamos que) temos não têm nada de certo e é precisamente aí, nessa capacidade de procurar mais perguntas do que respostas, que a vida se faz. Descobri que quem não tem pé não pode dar coice, como diz a minha mãe. Isto trocado por miúdos, quer dizer que cada um de nós só dá de si aquilo que tem lá dentro. Dar mais ou menos depende de cada um, não de nós, por mais que gostássemos de poder mudar isso. Aprendi a aceitar que não é possível (além de ser absolutamente desnecessário e uma tremenda canseira) agradar a toda a gente e que aquilo que acham que sabem sobre ti não é problema teu. Quando a vida pega em ti e te deita ao tapete uma e outra vez, tens que lhe mostrar a tua veia de "sempre em pé". Vais cair, sim senhora, esfolar mãos e joelhos mais vezes do que gostarias, mas começas a levar cada vez menos tempo a levantar-te. Vais saber escolher melhor os combates que valem a tua energia. Chama-se resiliência e é a chave para uma existência feliz.

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