véu escarlate

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Oct 25, 2024
Em trilhos de trem numa madrugada rodeada de árvores densas, Morgana olha para cima e observa o céu azul escuro, quase preto, com pequenos pontos coloridos. Sua vida pacata e sem graça ganhou vida logo após aquela rajada de vento, assim como o céu que tanto amava observar e agora era banhado de sangue, na mais pura cor de escarlate. Nesse mundo conhecido por ela como inferno, portas serão abertas e fechadas em sua face, onde junto de um anjo da morte e um cachorro pela metade, tenta achar o tão cobiçado tinhoso, que lhes esperava com uma bela xícara de chá.
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Caël

Os portais se abriram há séculos. Demônios cruzaram. Leis foram criadas. Negócios nasceram. E no meio disso tudo, os humanos continuaram iguais: comprando, mentindo, explorando, esquecendo. Caël era invisível. Um corpo inútil num sistema que tritura gente como ele todos os dias. Até que algo raro - sangue de outro mundo - se misturou com tudo o que ele já havia perdido. E aquilo que nasceu não era humano. Nem demônio. Era um vetor. Ele não quer salvar. Ele quer expurgar. Com ataques brutais transmitidos ao vivo e uma doutrina violenta que se espalha como uma praga, Caël vira manchete, vira símbolo. E enquanto a mídia tenta retratá-lo como monstro, uma parte da sociedade começa a aplaudir. Porque talvez seja isso que sempre quiseram: ver o sofrimento mudar de endereço. Neste romance sujo e sem piedade, o leitor é forçado a olhar para o que alimenta os monstros: o silêncio, o medo, a sede por vingança - e a cumplicidade de quem escolhe assistir tudo de longe, com os olhos grudados na tela. Afinal, qual o limiar entre punição e tortura? E quantas vidas inocentes cabem num grito coletivo de aprovação?

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