É de tarde e todas as tardes eu sei que escrevo, então escrevo,bom escrever e também,bom ser eu ;O homem da casa e o homem de mim; Tenho do de mim e das coisas,dos dias claros e cinzas que vivo ,vivo por aqui então no chão amarelo e quartos apertados,cinzas brancos e azuis , até aqui cercado de tudo inclusive de mim, então meu mar minha ilha e eu solidão; Solidão e solitude,sendo assim vejo as coisas da vida assim como elas me vêem, então o que é, é ou deveria ser , então livre e liberto , sabendo que as coisas são o que são ,fico em ímpares e pares apenas , aguardando as coisas serem o que são , devido a redundância de ser tempo e espaço adequado para tudo ; Amplitude então nós eixos e ideias de tudo , inclusive simétrica e criatividade, tento então,enchegar a mim mesmo, olhos no guarda roupa e em tudo , enquanto tudo não é nada , muito menos eu.
Você já imaginou viver uma determinada situação onde tudo que pensa é em vive-la sem se preocupar com as consequências?
É isso que acontece com a jovem brasileira Diandra Silva, ela se muda de Nova York para uma cidadezinha no interior da Austrália, mas acaba perdendo o apartamento e num golpe de sorte ou de azar, acaba indo morar na mesma casa que o reitor da sua universidade e ela não esperava sentir de cara uma atração poderosa por ele e muito menos imaginava que o irmão, um antigo professor da universidade em Nova York seria o irmão dele e que também a faria se sentir muito, muito tentada a pecar.
Eles são proibidos e sabem que se envolver poderia ser um escândalo, mas também sabem que um segredo proibido também é mais gostoso.
E esse é um Segredo Lascivo que terão de guardar as sete chaves.