Minhas palavras são como mantras;
As recito para acalmar o turbilhão que bate no peito e arranha a garganta com um nó embolado.
Da minha boca não sai nada,
Então, me desmonto em quebra cabeça de palavras escritas.
Pra que esses pensamentos ocupem algum espaço fora de mim,
Já que por dentro, transbordam.