Story cover for Crimson Echoes [Editada] by SaGuiPi
Crimson Echoes [Editada]
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Bersambung, Awal publikasi Feb 16, 2024
Dewasa
"E se, por todas as dores, houvesse alguém que estivesse lá para consolar minha mente conturbada em um ato puro de piedade? Talvez houvesse esperança para alguém vil como eu, carregando uma maldição que nunca fora minha. Se, em uma parte mais obscura e imaculada do seu coração, eu encontrasse um espaço para me abrigar em você, talvez amor e família fossem uma realidade. Agora, caminhando sozinha, nua pela própria dor, queimo pelo ódio que não alimentei, tornando-me cinzas que jamais serão sepultadas pelas pessoas que hoje jurei queimar."

Cordelia - não sendo seu nome verdadeiro, mas aquele que escolheu para si -, pequena criança que não merecia o mal que deixaram sobre seus ombros magros, vê-se agora acusada de ser uma criatura maligna, amante do mal e do sujo. Morta para que todos pudessem ver, Cordelia queimava em chamas, amarrada em uma cruz invertida, como se fosse reclamada pelo próprio Anticristo.

E, como se enfim recebesse a piedade que tanto almejou durante todos os anos de sua miserável vida, Cordelia ganha o dom de voltar ao princípio - ao ponto em que tudo começou a levá-la ao fim. Queimando viva, agora de vingança e esperança, ela deseja não mais ser o carvão que alimenta o fogo de todos, se tornando o calor de si mesma.
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8 bab Bersambung
Nascida do sangue de sacrifícios, forjada no pecado da ira, ela ergueu-se das cinzas do inferno para desafiar a divindade dos céus - onde anjos e deuses aplaudem o entretenimento, enquanto demônios e almas sem rótulo sangram por espetáculo. Mas o que não foi destruído... aprendeu a devorar. Criada entre igrejas que exalam hipocrisia e mansões que escondem cadáveres sob o mármore, ela é filha de um mafioso que nunca a reconheceu - e de um padre que pregava o inferno enquanto abusava da fé. Ela não pertence ao céu nem ao crime. É um erro que respira entre mundos que tentam silenciá-la. Entre bailes mascarados e arenas subterrâneas onde a elite bebe o sangue dos pobres como vinho raro - foi onde ela foi nomeada como maldição. Enquanto os abastados vestem ternos manchados de inocência e assistem crianças morrerem como parte de um espetáculo financiado por aplausos, ela jurou vingança. Uma vingança. E ela queima. Dizem que o universo liga almas gêmeas por fios vermelhos invisíveis. Mas o dela foi cortado à força - e amarrado ao coração do próprio Diabo. Um coração que pulsa no peito dela como maldição viva. E o dele? Ele carrega o coração dela... rasgado, dilacerado, ainda sangrando dentro do corpo morto que se recusa a apodrecer. E no meio do caos, há ele. Olhos de abismo, alma de veneno - um rei criado para destruí-la. Mas ele a deseja como se o inferno fosse pouco. Entre eles, nasce um amor doentio, ardente, feito de promessas quebradas e beijos que sangram. Não há salvação. Só obsessão. Fome. Ruína. Ele é a lâmina que corta em silêncio, o próprio diabo em forma de tentação. Mas ela... ela é o veneno que mata devagar - mais letal que o desejo, mais antiga que o pecado. Ela é Lilith. Ela não quer tronos - quer ruínas. É o nome gravado nas cinzas de um mundo que ela mesma queimou. É a queda de dois demônios que preferiram o abismo à salvação. Juntos, incendiaram o mundo - e chamaram isso de amor.
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13 bab Bersambung

"Sob a luz clara do anoitecer, quando o sol voltar a morrer e noite assim renascer, os limites do coração e da alma serão definidos pelo poder." No crepúsculo obscuro do outono, o céu fora tingido com as cores das velhas heranças e das lendas passadas, tecido pelas mãos do destino e enfeitado por um empobrecido vislumbre de esperança. Eras escritas por aqueles um dia coroados pelo poder, outrora ditadas pela glória e por um desejo a se conceder, desfazendo-se no sangue das almas perdidas e no suspiro mortal de memórias jamais esquecidas. De acordo lendas e até mesmo feridas, jaz a ordem renascida em meio ao alvorecer amaldiçoado, marcada pela queda divina e o espírito atormentado nas sombras da magia e no orgulho envenenado. Não se pode escapar do passado sabendo que um dia ele já foi o presente, tendo deixado cicatrizes que o sol nunca irá curar, e os rastros da essência daquilo que poderíamos nos tornar. Luz e escuridão; Quando essas são as únicas forças a emergir da própria alma, seria presunção acreditar em esperança? Ou talvez esse fosse o refúgio do desespero?