Divina Adrenalina

Divina Adrenalina

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Mar 30, 2024
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Fiction
Romance
Enzo Ferrari, dono das empresas Ferrari, morreu em um acidente de carro em Chicago, deixando sua esposa e filha para trás. Com a perda de seu pai, Emma se vê desamparada, triste e sozinha, tornando aquilo que seria completo, um enorme vazio. Agora, proibida pela mãe de sentir a adrenalina novamente, Emma não imagina que uma única pessoa poderia retomar a cor em sua vida. Thomás Leblanc, filho de uma família também milionária, amigos dos pais de Emma, volta para Chicago em um intercâmbio de seis meses. O que a pequena Emma não esperava era que esse intercâmbio seria na sua casa. Pelo trabalho do destino ou não, Emma acaba sendo apresentada a um mundo ao qual ainda era desconhecido por ela. Um mundo divino demais para ser confundido com o céu, onde a velocidade te leva até lá. Um lugar que coincidentemente (ou não) era parecido demais com as histórias que seu pai lhe contava antes de dormir. Será que Emma aceitará esse nem novo morador em sua casa? Será que ela reencontrará o sentido da vida após perder a pessoa que ela mais amava? Bom, nem todas as histórias têm um final feliz, vamos ver se essa será mais uma. *contém palavrões* Espero que gostem!!
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Depois de quase vinte anos longe, Agatha se vê novamente no caminho de casa que deixou para trás. Partiu como uma jovem cheia de sonhos e agora retorna à beira dos quarenta, carregando frustrações e angústias que jamais imaginou. A morte de Javier Vidal, que sempre foi um pai, a obriga a voltar para a cidadezinha em que crescera, mas o verdadeiro tormento não tem anda a ver com essa perda e sim com os fantasmas do passado, especialmente Rio. Agatha e Rio eram inseparáveis. Cresceram juntas, dividiram tudo e foram o primeiro amor uma da outra, como em um conto de fadas, aquelas histórias em que, ainda na infância, as almas gêmeas se entrelaçam. Mas enquanto Rio amava a vida na fazenda, os cavalos e o aconchego da cidade pequena, Agatha queria o mundo; sonhava com tribunais, livrarias imensas e cidades desconhecidas a serem exploradas. No fim, ela foi embora e Rio ficou. Agora, ao retornar à sua cidade natal, Agatha se vê forçada a encarar não apenas as consequências do que escolheu para si, mas principalmente, daquilo que abriu mão. Rio também mudou. O tempo e a dor a fizeram crescer, ela ficou, mas não é a mesma pessoa. Apesar de compartilharem a cicatriz de um amor que um dia acreditaram ser tudo, nenhuma das duas é mais a mesma pessoa. Elas não se conhecem mais. O que dói mais? O passado que deixamos para trás acreditando num futuro incerto cheio de sonhos e expectativas? O tão esperado presente que se revelou angustiante, sem ter nada do esperado? Ou o peso de olhar nos olhos de alguém e perceber que todo o seu futuro, toda a sua vida, poderia ter sido diferente? A pior parte é que a resposta para todos esses questionamentos se desdobra em outro: como fazer com que tudo seja diferente agora?

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