Francis - MilkMan

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WpMetadataNoticeÚltima publicación lun, abr 15, 2024
Em um mundo pós apocalipse á sociedade civil se vêr em um novo problema, as anomalias ficaram mas inteligentes ao ponto de poder fingir ser quase um ser humano, não com perfeição, mas mesmo assim e um perigo para pessoas normais... DDD contrata pessoas treinadas em detectar anomalias entre as pessoas, Renata e uma destas pessoas, uma ex agente do DDD, agora porteira de um dos prédios que tem mais casos de tentativas de inovação das anomalias. Entre todos os moradores, um chamou sua atenção, por ser o mais estranho e... por ser um gato, Francis Mosse morador do terceiro andar, um homem cansado da vida e do trabalho, suas olheiras e a voz baixa e rouca causa arrepia.
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Os portais se abriram há séculos. Demônios cruzaram. Leis foram criadas. Negócios nasceram. E no meio disso tudo, os humanos continuaram iguais: comprando, mentindo, explorando, esquecendo. Caël era invisível. Um corpo inútil num sistema que tritura gente como ele todos os dias. Até que algo raro - sangue de outro mundo - se misturou com tudo o que ele já havia perdido. E aquilo que nasceu não era humano. Nem demônio. Era um vetor. Ele não quer salvar. Ele quer expurgar. Com ataques brutais transmitidos ao vivo e uma doutrina violenta que se espalha como uma praga, Caël vira manchete, vira símbolo. E enquanto a mídia tenta retratá-lo como monstro, uma parte da sociedade começa a aplaudir. Porque talvez seja isso que sempre quiseram: ver o sofrimento mudar de endereço. Neste romance sujo e sem piedade, o leitor é forçado a olhar para o que alimenta os monstros: o silêncio, o medo, a sede por vingança - e a cumplicidade de quem escolhe assistir tudo de longe, com os olhos grudados na tela. Afinal, qual o limiar entre punição e tortura? E quantas vidas inocentes cabem num grito coletivo de aprovação?

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