Frenologia.

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WpMetadataReadMatureComplete Thu, Sep 19, 2024
Para saber o que estava vazio e não tinha sentido o acelerar do coração... O pequeno homem inventou o amor, algo para preencher o vazio... Dai a solidão passou a ter mais sentido na vida do ser... O amor tornou sinônimo de recompensa, de ter algo que não se pode ter... Mas podemos sentir o amor, essa falseação de um sentido inexistente! Não amamos o outro ser, amamos a necessidade da importância que nos dão! Se fôssemos amar com tal veracidade, não teríamos o amor, teríamos vergonha disso... O amor se tornou alegoria em um ser vazio, se tornou balões em uma festa geriátrica! Onde os velhos comportamentos foram substituídos por notas e recompensas... Quando você entende que deus não existe da forma que o homem corrompeu, E percebe que as asas dos anjos existem para você também, E todos os deuses abandonaram você! Aprendemos a voar mais alto e a estar sozinhos como fomos criados! Olhamos para baixo e vemos o deserto de alma inférteis, Falam de algo que esquecerem, ou não sabem o que é! Nossas arvores florescem e dão frutos enterradas, com suas raízes ao relento! Olhos famintos por visões de liberdade para almas que rastejam como vermes! Somos filósofos de arquibancadas, onde os palhaços ditam as regras!!!!
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A vida e a morte constituem o limite extremo da existência humana. Os seres humanos nascem para morrer, respiram para deixar de respirar, seus corações batem para deixar de bater e suas vidas surgem para desaparecer. O ciclo sempre foi assim, se repetindo infinitas vezes eternamente. Tudo ao redor recebe a vida para que um dia seja arrancada. E algumas vezes, a vida é arrancada naturalmente, seguindo o ciclo natural das coisas. Mas outras vezes, a vida é retirada de forma brutal sem um aviso prévio. As flores florescem e murcham, as árvores dão frutos e são arrancadas, os pássaros voam até perderem esse dom, os peixes nadam tranquilamente e de repente são retirados de seu habitat natural a fim de satisfazer o prazer humano. Tudo, um dia, chega ao fim. Mas será que a morte e a vida estão tão distantes quanto todos acreditam que estão? Será que existe um muro que as separa como todos crêem? Será que não existe um pequeno fio que conecta a vida e a morte possibilitando que andem lado a lado? E se a vida e a morte estiverem conectadas e na verdade a morte é apenas uma segunda chance de fazer diferente? E se o amor for um sentimento tão poderoso capaz até mesmo de cruzar a vida e a morte para ligar duas almas? E se, nessa história, o amor for capaz de unir a morte e a vida em um só lugar?

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