Ele a provocava, a menosprezava, fazia tudo para irritá-la. Era a maneira de Draco Malfoy de lidar com a garota que, desde os primeiros anos em Hogwarts, havia despertado nele algo que ele não entendia e que sua educação o proibia de sentir. O ódio era uma cortina de fumaça para a verdade incômoda: por trás da arrogância Slytherin, um coração jovem ansiava pela atenção da sua mais ferrenha adversária.
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