a aposta [PAUSADA]

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Nov 2, 2024
Rebecca Armstrong uma menina jovem de 25 anos que se casou com apenas 20 anos com seu primeiro e único namorado nop. seu casamento era mil maravilhas nop sempre fazendo suas vontades e tudo,até que um dia Rebecca descobre que está grávida e vai até seu marido contar a novidade até que ela escuta uma conversa de seu marido com alguns amigos falando de uma tal aposta. Freen sarocha uma mulher trabalhadora que vive muito bem financeiramente com apenas 30 anos. o que será que irá acontecer? gente me desculpem ser essa fanfic ficar um lixo,eu não vou dizer que é minha primeira fanfic pq não é! eu já fiz outras mas excluí e agora eu vim tentar de novo depois de um tempo enfim eu espero que vocês gostem 🚨Freen é inter🚨 início:17.04.2024 termino:00.00.0000
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Diante da dor lacerante e da crueldade que se interpõe entre dois corações, a pergunta "O amor é mesmo capaz de suportar e superar tudo?" ecoa com uma urgência lancinante. Rebecca Armstrong, com o coração em frangalhos e a alma dilacerada, encarou a mais cruel das escolhas. Não era apenas a sua vida que estava em jogo, mas a da mulher que amava e, ainda mais precioso, o fruto puro e inocente do amor delas. O ódio cego de um homem, um veneno destilado em cada ameaça, forçou Rebecca a um ato de desespero: abandonar Freen. Cada passo que a afastava era uma punhalada em sua própria alma, um grito abafado de dor que apenas ela podia ouvir. As memórias de risadas compartilhadas, toques gentis e promessas sussurradas em noites estreladas transformaram-se em fantasmas que a assombravam, lembrando-a do paraíso perdido. Mas o amor de Rebecca não era egoísta; era um amor que se sacrificava, que renunciava à própria felicidade para garantir a segurança daqueles que mais importavam. Enquanto Rebecca se desfazia em lágrimas e saudade, Freen Sarocha afundava em um abismo de desespero. A ausência de Rebecca era um vazio excruciante, um eco constante de algo precioso que havia sido arrancado de sua vida sem explicação. Cada dia era uma batalha contra a desilusão, cada noite uma vigília silenciosa por um retorno que parecia nunca chegar. O pai, com uma frieza calculista e uma fachada de compaixão, ofereceu a Freen o ombro para chorar, a mão para guiar, a voz para consolar. Ele se tornou seu porto seguro em meio à tempestade, o farol que a guiava através da escuridão. Freen, em sua vulnerabilidade, agarrou-se a essa tábua de salvação, sem sequer imaginar que a mão que a consolava era a mesma que havia arquitetado sua desgraça. A ironia era cruel, a traição, um punhal envenenado cravado em sua confiança. Ela via no pai o apoio que precisava para seguir em frente, sem saber que ele era o verdadeiro artífice de sua dor, o marionetista sombrio que

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