Dedico este livro a todos que acreditaram em mim. Mas, principalmente, à minha avó e à minha mãe. Nos momentos em que o bloqueio criativo parecia mais forte que a vontade de continuar, elas, mesmo sem saber, me davam forças. Às vezes perguntavam, com curiosidade e esperança, se um dia poderiam segurar este livro nas mãos e finalmente ler a história que eu estava criando. E eu, com um sorriso nos lábios e a alma gritando para continuar, respondia que sim - que em breve. Também agradeço aos meus amigos, que sempre me lembravam de não desistir e diziam que seriam os primeiros a tocar estas páginas. E, claro, aos meus personagens. Aqueles que encontraram um jeito de invadir minha mente e me obrigar a escrever, repetindo um bordão cansativo e irritante, mas impossível de ignorar: "Não se esqueça de nós." Por fim, espero que estas Crônicas toquem o coração de quem as ler, assim como tocaram o meu enquanto eram escritas.
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