Um continente, Quatro reinos, uma profecia e uma mestiça.
A última grande guerra ainda está atingindo o reino de Meridia até os tempos de hoje, sofremos sobre o poder do grande rei, mas ainda sim o aceitamos, por medo, medo daquele que muitos como eu não conhecem, medo de aguem que nem sabemos se é real.
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O mundo do qual escuto falar, não existe, não mais. Segredos foram feitos, acordos selados e uma promessa de submissão da qual eu não mais quero ao meu povo, sou o mais forte, o nomeado e vou destruir todos que sussurram mentiras sobre nós, vou destruir todos aqueles que inventaram e distorceram a nossa história, nos estamos voltando e dessa vez, o fim será diferente.
O Reino de Argos se ergue sobre promessas frágeis e alianças instáveis. O rei governa, mas seu trono é cercado por olhares ambiciosos e lâminas ocultas que espreitam os espólios de uma guerra civil ainda recente. O sangue derramado secou, mas a sede por poder nunca se extingue.
Enquanto lordes provam que o jogo de poder é tão letal quanto o campo de batalha, o destino do reino se equilibra sobre a ponta de uma lâmina. Cavaleiros vestem suas armaduras, príncipes reivindicam direitos que lhes foram negados, senhoras e senhores tramam nas sombras, e reis tentam preservar aquilo que mal conseguem segurar. O inverno avança sobre o continente, e quando o último estandarte cair, não haverá heróis ou vencedores - apenas tronos vazios, ossos espalhados pelo campo de batalha e um banquete farto para os corvos.