A safada Mora ao Lado

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Nov 4, 2025
DEIXO CLARO QUE A SAM É INTERSEXUAL A analista de sistemas Mon Phetpailin finalmente compra um imóvel e realiza o sonho de morar sozinha. Assim que ela se muda para a casa de número 104, descobre que sua nova vizinha, que ela apelida de Calvin, é uma chef de cozinha alta, bonita, jovem e sarada. Com o tempo, ela descobre que dormir em seu novo quarto será uma missão impossível. Da casa 105, geminada com a sua, chegam, noite após noite, gemidos e gritos de prazer das mulheres que visitam sua vizinha. A vocação da mulher para a safadeza não só impedirá Mon de dormir profundamente, mas irá incitá-la e excitá-la de tal maneira que ela, também, começará a frequentar o 105. O desejo de Mon se transformará em paixão. Só que a analista de sistemas sabe muito bem que se apaixonar por uma mulher com tamanho currículo sexual pode não ser a coisa mais sensata. Conseguirá Mon mudar o jeito irresponsável e descompromissado da sua vizinha, fazendo-a se apaixonar por ela? Ou será que almejar um futuro amoroso ao lado de uma safada convicto é pura ilusão?
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Sam Chankimha é uma palhaça hospitalar Alegre, irreverente, e cheia de empatia. Seu trabalho voluntário na ala pediátrica de um hospital público é seu modo de se curar de um passado difícil, enquanto espalha riso entre crianças em tratamento ela acredita que o amor e a alegria podem curar. Mon Armstrong é uma jovem médica cirurgiã promissora, focada, racional e extremamente impaciente com tudo que foge do protocolo. Para ela, Sam é barulhenta, indisciplinada e um risco à seriedade do ambiente hospitalar. Forçadas a trabalhar juntas por um programa institucional de "humanização da saúde", as duas não conseguem evitar os embates. Mas com o tempo, Mon começa a ver o efeito que Sam tem nos pacientes e em si mesma. Entre uma bronca e outra, as barreiras vão cedendo, e os motivos por trás das máscaras literais e emocionais começam a ser revelados. Mon teme se apegar a alguém tão instável quanto Sam. Sam, por sua vez, teme que Mon jamais entenda o que é viver com leveza sem ignorar a dor. "Nem toda cura vem em cápsulas. Às vezes, ela vem em forma de gargalhada... ou de um olhar inesperado." curtinho 10 capitulo so testando um hiperfoco de 2hrs

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