[...] A água da chuva escorria e se misturava docemente com minhas lágrimas, o vento frio e vasto só me deixava cada vez mais inerce, não consegui enchergá-lo, mas podia senti-lo.
- Me prometa que nunca mais vai fazer isto, me prometa! - soluçando e com a voz rouca, eu mal me reconhecia, sentia a tintura de minha pele se desmanchando com a água - diga que não vai me deixar outra vez.
Sinto suas mãos pousando delicadamente pelo meu rosto enquanto aguardo o som de sua voz.
Mas ela nunca vem. [...]
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