Princesa Eleonora da Áustria, filha caçula dos Imperadores Eduardo e Eugênia, sempre foi vista como a joia mais rara das coroas europeias. Brilhante, disciplinada, adiantada na escola e discreta, ingressou em Relações Internacionais na universidade mais disputada do mundo: Havard, enquanto mantém impecavelmente o dever real.
Todas as monarquias do continente sonham em tê-la como futura rainha, mas nenhuma delas imagina que o destino já havia escolhido por ela.
Do outro lado da Europa, o Príncipe William de Gales que assim como ela cresceu sob os olhos do mundo, carrega o fardo de ser o herdeiro mais observado do século. Criado entre protocolos e silêncios, marcado por um lar infeliz e pela perda irreparável de sua mãe, William aprendeu cedo que sentimento e poder raramente caminham juntos.
Até que os caminhos de Eleonora e William se cruzam.
Entre dever e desejo, política e paixão, os dois jovens descobrem que a união entre o maior império da Europa e sua monarquia mais influente pode não ter nascido de alianças diplomáticas e sim de algo muito mais perigoso: o coração.
Em "Sua Rainha", uma história capaz de conquistar multidões, o amor ousa desafiar tronos, tradições e o próprio destino.
Ele nasceu para usar a coroa.
Ela nasceu para ignorar quem a usasse.
Após um ano sabático repleto de escândalos, William é forçado a trocar a liberdade pelos corredores de St Andrews - uma universidade fria na Escócia e um futuro que não escolheu. Rebelde, sarcástico e irresistivelmente charmoso, ele decide que, se vai jogar o jogo da monarquia, será sob suas próprias regras.
Catherine Middleton tem outras prioridades. Focada nos estudos de História da Arte e alheia ao brilho da realeza, ela é a primeira pessoa a tratar o príncipe como qualquer outro aluno - ou pior, como se ele nem existisse.
Para William, ser ignorado é o maior dos desafios. Para Catherine, manter a distância pode ser sua única chance de sobrevivência emocional.
Mas quando olhares se cruzam, palavras se chocam e limites são testados, desejos ocultos começam a vir à tona...
E nem mesmo uma coroa poderá conter o que está prestes a explodir.