O Vinho da Mentira

O Vinho da Mentira

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Em uma simples noite de negócios, dois homens conversam sobre um imóvel. No entanto, os acontecimentos começam a tomar um rumo inesperado quando o analista percebe que a casa é incomum. Ela é escura e sombria, e uma das únicas fontes de luz é uma vela com uma chama vermelha. A peça de decoração mais impactante é um crânio colocado sobre a escrivaninha, enquanto o anfitrião é um homem rico e misterioso. À medida que a noite avança, coisas estranhas começam a ocorrer, perturbando o analista. No final, ele desejaria nunca ter participado daquela noite de negócios. No entanto, lembre-se: isso não é o que parece; pelo contrário, é exatamente o que aparenta, talvez apenas em sua mente. Então, tome cuidado com os vinhos que você bebe, pois, se tiver sorte, poderá ganhar um rasgo em brasa: a marca da mentira. "- Minha empregada assustou você, Thomas? Perguntou Alberto calmamente, falando de forma lenta, com uma voz fria, quase sarcástica, que Thomas nunca o vira usar. - Ela está passando por tempos difíceis, entende? Ela, como disse, estava com um resfriado há semanas... Mas não precisa temer, não aqui. Aquilo foi o de menos. Agora você irá se levantar e voltar a sentar na poltrona, como se nada tivesse acontecido. Isso não é um pedido, é uma ordem. Disse ele tão calmamente que seu olhar penetrante se tornou assustador." "Seu rosto era apenas um mero e franco objeto, retirado e impedido de qualquer uma das emoções humanas." Todos os direitos pertencem a Macromist Produções.
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O Vizinho

A casa ao lado ficou vazia por anos, até que um novo morador chegou. Ele sorri no momento certo, tem um tom de voz sempre calmo e nunca parece nervoso. Talvez calmo demais. Educado demais. No começo, a família Salgado o recebe com a cortesia habitual. Mas, aos poucos, algo se insinua no ar, algo que não pode ser explicado, apenas sentido. O vizinho parece saber exatamente o que cada um precisa ouvir. Às vezes, sua presença é reconfortante; outras, faz o estômago revirar sem motivo aparente. Ele nunca faz nada alarmante. Nunca diz nada ameaçador. Mas, quando ele olha, ninguém consegue desviar o olhar. Sofia, a filha adolescente, sente como se ele enxergasse através dela. Clara, a mãe, percebe que ele sempre aparece nos momentos certos-ou errados. Miguel, o pai, luta contra a sensação de que algo está fora do lugar, mas não consegue apontar o quê. Já o pequeno Lucas... bem, ele diz que o vizinho nunca pisca. Os dias passam. Pequenos detalhes se acumulam. A tensão cresce. Nada acontece-e, ainda assim, tudo parece prestes a acontecer. Então, uma noite, algo acontece. Mas quando tentam falar sobre isso... ninguém consegue concordar com o que viram. E, pouco a pouco, a pergunta se instala na casa, nos sonhos, nos ossos: Quem, ou o quê, realmente vive na casa ao lado?

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