O gosto de sangue na minha garganta não para de me sufocar, é tão amargo e desesperador, abruptos, contantes pensamentos, não importa quanto sangue seja derramado, corpos inertes não são preciosos, muito menos necessários, assim como meu corpo apenas seguindo o fluxo da vida, sem movimentos próprios, apenas inerte.
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Esse é um caminho diferente, uma opção diferente, para a minha fanfic Douleur, onde Marinette vai muito mais longe na sua dor, onde sua dor chega a corta-lá por dentro... e... por fora