Meu pai estava querendo me matar, minha mãe havia desaparecido anos atrás, e ninguém sabia sobre seu paradeiro. Eu suspeitava que meu pai a havia matado e enterrado ela em algum lugar abandonado, a polícia apenas a deu como desaparecida, ou que ela apenas foi viver longe de sua família. Eu tinha 20 anos quando decidi ir embora do país - fugida, com minha melhor amiga, com homens perigosos, terroristas. Achar que o sangue do meu pai não ativaria em mim era eufemismo, eu roubei de um dos terroristas, sem imaginar que ele era um mafioso, e futuro líder da máfia russa. Éramos inimigos, e ele estava me caçando.
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