All I see is green

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WpMetadataNoticeUltima pubblicazione dom, ago 24, 2025
••Flashback on•• Finneas saiu porta à fora puxando Billie pelo braço. Ela estava visivelmente procurando por alguém na meio daquela multidão. Ela mexia sua cabeça rapidamente e seus olhos muito azuis passeavam com urgência pelos rostos alheios, enquanto era arrastada pelo ruivo. Eu me levantei rapidamente e fui atrás daquelas pessoas que os seguiram até o carro. Tentei me enfiar no meio delas, (que facilmente eram mais de 40) e fui empurrada diversas vezes, até que desisti, ficando bem atrás da pequena multidão. Eu ouvi as portas do automóvel se baterem, primeiro uma e depois outra, num som abafado pelos gritos e choramingos das pessoas em volta. O carro começou a se mover para trás e eu fiquei na esperança de que Billie estivesse com o vidro aberto, como quase sempre faz. Mas ela não estava. Ouvi algumas pessoas reclamando chorosas desse fato e eu me encolhi, chateada por não ter visto ela. Estávamos tão perto que eu podia sentir o seu perfume no ar ainda. Okay, talvez seja coisa da minha cabeça, mas eu estava sentindo. Voltei para casa arrasada. ••Flashback off••
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Dos vinhos, o mais doce, o mais gostoso, o mais imoral. Eu sempre preferi os secos e fortes, o tinto puro, com metade da taça cheia e o gosto de uva eterno nos lábios. Era amante de vinhos, de mulheres e de corpos. Gostava da suavidade, da maciez, da intensidade em cada gota e cada toque. Talvez fosse uma alcoólatra, viciada no êxtase, em ficar com a mente longe, distante, o corpo flutuando entre as nuvens e queimando no Sol. Você era confusão e clareza, a doçura amarga, o carinho voraz, o amor brutal. Brincava com a minha cabeça, com o meu corpo, com o meu coração. Me levava até a beirada do abismo e me incentivava pular e, então, segurava a minha mão e me salvava da queda eterna e mortal. Nada fazia sentido quando eu estava perto de ti, e ficava pior sem você aqui. Eu era estúpida, boba, viciada no gosto caro de um bom vinho, de ficar com os lábios manchados de vermelho e com um calor sucinto no peito, espalhando-se por todo o corpo. Eu gostava de você e de todas as sensações sublimes e grotescas, efêmeras e eternas. Gostava da dor, da loucura, da paixão, do desejo, do caos. Eu amava você, de todos os jeitos e gostos, era maluca para provar dos seus beijos e embebedar-me em seu corpo. Porque você era doce, seca e suave, era forte, marcante, azeda e amarga, era inesquecível, sabor maldito. O vinho ideal, perfeito. E eu era grata por, após tantos anos, amores e vinhos, ter escolhido a mais doce entre as bebidas: você e infinitamente você, o meu sabor preferido, a minha mulher favorita. Chaennie/Jensé. Oneshot. +18. Plágio é crime. Não copie.

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