Taki sempre odiou a monotonia sufocante da própria vida - dias idênticos, rotina sem fim, nada que a fizesse sentir viva. Até que Yuri apareceu.
Um encontro casual no fliperama. Um olhar que durou tempo demais. Um sorriso que escondia algo perigoso. De repente ele está em todos os lugares: na escola, na praça, nas mensagens que chegam sem explicação, na casa dele onde ela nunca deveria ter entrado.
Yuri não pede permissão. Ele observa, ele espera, ele reivindica. Cada vez que Taki tenta se afastar, ele a puxa mais fundo - com toques que parecem carinhos, palavras que soam como promessas e um olhar que diz claramente: você já é minha.
O que começa como atração vira obsessão. Ele sabe coisas que não deveria saber. Aparece quando ela mais precisa (e quando menos quer). E quanto mais ela tenta respirar, mais ele aperta - até que o ar some.
Porque para Yuri amor não é escolha.
É posse.
E Taki está descobrindo, tarde demais, que fugir de um homem assim só o faz querer caçá-la com mais força.
Um dark romance onde o desejo vira prisão, a gentileza vira manipulação e o "eu te amo" soa como uma sentença de morte lenta.
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