As Cartas de Benjamin (Parte 2): Amor Entre Linhas

As Cartas de Benjamin (Parte 2): Amor Entre Linhas

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Oct 14, 2024
Ainda não parecia real para Benjamin, bom, pelo menos em seu mundo particular. Ele e Blake estavam oficialmente namorando, e não era um sonho. Benjamin, acostumado a esconder seus sentimentos nas entrelinhas das cartas que escrevia, agora precisava aprender a expressá-los em voz alta, a confiar em si mesmo. Porém, ainda era um relacionamento secreto, poucas pessoas sabiam, já que, Blake não estava preparado para sair do armário e expor o relacionamento deles. Mas, de repente, algo aconteceu que revelou o relacionamento deles para o mundo. Agora, os dois precisam enfrentar as consequências inesperadas dessa exposição.
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Diante da dor lacerante e da crueldade que se interpõe entre dois corações, a pergunta "O amor é mesmo capaz de suportar e superar tudo?" ecoa com uma urgência lancinante. Rebecca Armstrong, com o coração em frangalhos e a alma dilacerada, encarou a mais cruel das escolhas. Não era apenas a sua vida que estava em jogo, mas a da mulher que amava e, ainda mais precioso, o fruto puro e inocente do amor delas. O ódio cego de um homem, um veneno destilado em cada ameaça, forçou Rebecca a um ato de desespero: abandonar Freen. Cada passo que a afastava era uma punhalada em sua própria alma, um grito abafado de dor que apenas ela podia ouvir. As memórias de risadas compartilhadas, toques gentis e promessas sussurradas em noites estreladas transformaram-se em fantasmas que a assombravam, lembrando-a do paraíso perdido. Mas o amor de Rebecca não era egoísta; era um amor que se sacrificava, que renunciava à própria felicidade para garantir a segurança daqueles que mais importavam. Enquanto Rebecca se desfazia em lágrimas e saudade, Freen Sarocha afundava em um abismo de desespero. A ausência de Rebecca era um vazio excruciante, um eco constante de algo precioso que havia sido arrancado de sua vida sem explicação. Cada dia era uma batalha contra a desilusão, cada noite uma vigília silenciosa por um retorno que parecia nunca chegar. O pai, com uma frieza calculista e uma fachada de compaixão, ofereceu a Freen o ombro para chorar, a mão para guiar, a voz para consolar. Ele se tornou seu porto seguro em meio à tempestade, o farol que a guiava através da escuridão. Freen, em sua vulnerabilidade, agarrou-se a essa tábua de salvação, sem sequer imaginar que a mão que a consolava era a mesma que havia arquitetado sua desgraça. A ironia era cruel, a traição, um punhal envenenado cravado em sua confiança. Ela via no pai o apoio que precisava para seguir em frente, sem saber que ele era o verdadeiro artífice de sua dor, o marionetista sombrio que

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