Raiz Oculta

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Jun 9, 2025
🌑 Raiz Oculta Toda lenda começa com um sussurro. Toda ruína, com um nome esquecido. No coração de um vilarejo envolto por florestas ancestrais, uma presença desperta. Não sangra, não grita - apenas se espalha, silenciosa, como uma raiz invisível. Apaga lembranças. Divide corações. Reescreve destinos. Depois do ritual, Violeta volta... mas incompleta. Cadu sente o mundo se partir em silêncio: os cães calam, o sol se inverte, e os jovens sonham com árvores que veem. A criatura marcou seu nome. E marcou o dela também. A única chance está em lembrar ao tempo e a guerra silenciosa travada dentro da alma.
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#86
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Não, não havia esperança. As circunstâncias da vida, a palidez dos momentos e a bruma do coração talvez fossem os culpados. "O que pensar sobre a existência se não no fim dela?" - valia-se de um eufemismo para não acostumar com o absurdo da ideia que há tempos ganhava palco em sua mente. Enquanto lentamente se permitia definhar, Luana, a garota espremida entre a multidão, agarrada a um moletom vermelho e fones de ouvido por dentro capuz, não exigia nada além de uma cama quente, silêncio, um livro e brigadeiro de colher. Já não vivia. Existia. Dando continuidade à rotina fatigante unicamente pelo senso de obrigação e medo da morte. Habitava numa tempestade silenciosa. Um temporal eterno. Gelado e escuro. E foi lá, entre os trovões ensurdece(dores) e gritos mudos, que a figura do para-raios, de um jeitinho imprevisível, apareceu. Um para-raios de sorriso determinado e assumidamente incapaz de esquecer os relâmpagos que vira nos olhos dela. Luana ainda não sabia, mas o futuro do reino do terror estava seriamente ameaçado. '''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' PLÁGIO É CRIME!

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