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Passado e Presente-Kitnina

Passado e Presente-Kitnina

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    Bab 30
WpMetadataReadLengkap Min, Mar 16, 2025
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Fiksi Penggemar
E se o passado e o presente começa-se a entrar entrar o conflito?
Seluruh Hak Cipta Dilindungi Undang-Undang
#1
nekutai
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Concluído ✅ Um carro. Da cidade, provavelmente. Ninguém da vila andava com vidro tão espelhado e buzina afinada. Rodo não se assustou, mas parou por reflexo. Fiquei esperando que o carro passasse direto, como todos os outros... mas ele desacelerou ao meu lado. A janela abaixou devagar. E foi aí que tudo mudou. - Ei - disse uma voz feminina, firme, sem ser grossa. Virei o rosto, e quando meus olhos encontraram os dela... algo dentro de mim trincou. Por um instante, não consegui responder. A visão dela me atingiu com força: cabelo preso num coque solto, óculos escuros empurrados pro alto da cabeça, e um sorriso leve nos lábios. Mas não foi o rosto que me desmontou. Foi o cheiro. Vinho. Doce, amadeirado, maduro. Como um vinho tinto que ficou guardado por anos na garrafa perfeita. Era um cheiro que me invadiu antes de eu conseguir raciocinar. Meus músculos travaram. Meus olhos arderam. O imprinting. Eu sabia exatamente o que era. Meu corpo também. Tudo em mim reconheceu aquela mulher como minha alfa. A alfa que meu instinto esperou em silêncio desde a primeira vez que senti meu próprio cio. A alfa que encaixava no meu cheiro como o fim de uma frase que nunca fez sentido até agora. - Ah? - respondi, tentando fingir naturalidade, mas minha voz saiu baixa. Baixa demais. Ela não pareceu notar nada. Apenas sorriu de leve e perguntou: - Você sabe onde fica o sítio da dona Lurdes? Eu ainda estava tentando não tremer. Não desmaiar. Não pular no carro. Não chorar. Mas consegui responder: - Ah... vocês são os netos da dona Lurdes, né? Fica ali, ó - apontei com a mão direita. - Naquela entrada de cerca branca. - Obrigada! - respondeu, e seus olhos brilharam num reflexo do sol. E então... ela virou o rosto. O carro ligou. E se foi. - Ela não sentiu nada... - , olhando de novo pro caminho que o carro seguiu. - Só eu. O vento bateu mais forte, e eu puxei a rédea, falando baixinho pro meu cavalo: - Vamos pra casa, Rodo. E ele

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