Backrooms - Instável

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Oct 21, 2024
"Olá." Disse a voz da TV, acompanhada de um chiado sutil e de uma música animada, que geralmente era usada em comerciais. Provavelmente não era humana. Era muito esquisita e perturbadora para ser de um humano - bem parecida com a voz que canta Daisy Bell. Mas, ao mesmo tempo, conseguia ser animada e chamativa... "Andamos te monitorando remotamente. Você parece ser alguém atlético, corajoso, pobre e imprudente. São exatamente as qualidades que precisamos." Noah riu. Não fazia ideia de que anúncio esquisito era aquele, mas achou engraçado o fato dele ter acertado em cheio as qualidades dele." Noah é um cara pobre que precisa de dinheiro para não voltar para casa dos pais com 21 anos e para não ter que parar a faculdade. Num belo dia, uma proposta interessante é dada a ele pela TV. E, sim, essa proposta tem haver com as Backrooms, uma realidade infinita e instável. * Não aceito cópia ou plágio desta fic. * Backrooms é uma lenda urbana da internet.
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O ano é 2081, quatorze anos após o início da Grande Decadência - uma era de colapso silencioso, desencadeada por um vírus que atingiu 90% da população com implantes neurais de aprimoramento. Chamado de Voz de Babel, o vírus não destruía corpos, mas realidades. Ele embaralhou as fronteiras entre memória e ficção, fundindo mentes humanas com dados digitais, personagens fictícios e traumas armazenados nas redes. Muitos enlouqueceram. Outros simplesmente desapareceram - suas consciências, agora fragmentadas, vagam como ecos digitais, os Ghosts: entidades presas nas redes locais, gritando, interferindo, tentando se comunicar. Às vezes em sussurros. Às vezes em puro desespero. Sem internet global, cada cidade se fechou em sua própria rede isolada, cercada por firewalls e medo. Mas nem isso é suficiente. Presenças estranhas se manifestam em sistemas, elevadores que tocam músicas esquecidas, vozes de mortos que ressurgem nos canais da TV. Lá fora, o planeta apodrece. Tempestades de poluição cobrem o céu por semanas, bloqueando o sol. Chove ácido. O concreto derrete. A humanidade sobrevive em estruturas blindadas, como ratos fugindo da própria criação. Enquanto as corporações disputam o controle com governos falidos, uma promessa ecoa nos telões da cidade: "RECOMECE EM TERRAS MAIS PURAS." Mas todos sabem: ninguém volta dessas terras.

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