O TRABALHO ESCRAVO

O TRABALHO ESCRAVO

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Oct 25, 2024
O TRABALHO ESCRAVO Os negros foram durante muito tempo tratados como mão de obra fundamental na economia colonial. O tráfico negreiro, atividade bastante lucrativa para os países da Europa, baseava-se na comercialização de vidas humanas para o trabalho nas grandes plantações de cana de açúcar e na exploração das minas de ouro, cobre e outros minerais preciosos, nas américas. A acumulação de escravos representava assim uma grande riqueza para os colonizadores, porque podiam produzir muito sem gastar nada. Pois os escravos não recebiam remuneração pelo trabalho que realizavam. Quanto á procedência étnica do negro escravo, destacaram-se dois grupos importantes: Os bantu e os sudaneses Os bantu eram capturados na África equatorial e tropical, eram provenientes principalmente do Congo, Guiné Equatorial e Angola. Os sudaneses eram provenientes da África ocidental, Sudão e norte da Guiné. Várias formas de residência do negro á escravidão e estás iam desde guerras, revoltas, fugas coletivas ou isoladas, passando pelo suicídio e pelo banzo ( nostalgia que fazem o escravo cair profunda depressão capaz de levar à morte). Hoje em dia, as relações de trabalho apresentam mudanças que favorecem na descoberta do sofrimento do passado. Ou seja, há trabalhos bastante forçado com pouca oportunidade salarial acima da média, tudo porque pensamos no ontem e no agora, acabamos nos afogar na escuridão plena do ilusionismo. Ainda existem pessoas escravizando irmão da mesma nação, outros até imigram a procura de melhores oportunidades. O ideal aqui é ser competente naquilo que faz, ser independente, amar o que fazes, ser polivalente ao ponto de não depender de nenhum sistema imposto por ti. Se o trabalho é o que procuras para seu sustento pessoal e de sua família, vá com coragem, procure nas calmas, seja especial. Autor: Paulo Colorido in fontes históricas Outubro 2024
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(𝐀) . . . . 𝐅𝐎𝐑𝐀𝐌 𝐕𝐈𝐍𝐓𝐄 𝐄 𝐐𝐔𝐀𝐓𝐑𝐎 anos para Yasmin Da Silva entender que os negros eram tratados como escória no Brasil. A trancista, por sua vez, que sempre priorizou os estudos, sabia que mesmo se estudasse nas melhores escolas, trabalhasse no emprego mais bem pago do mercado, ela jamais seria respeitada como igual. Vindo de uma família com um pai pedreiro e uma mãe faxineira, ela sempre soube que estava incrustado, enraizado na mente que o padrão que relação normal com preto é de patrão e serviçal. Yasmin uma mulher inteligente, e levou essa ideia até sua fase adulta, onde começou a entender mais sobre a sociedade que vivia. O capitalismo cujo abominava sua existência matava e escraviza os seus a cada dia, e ela lutava para que o Brasil acordasse e tentasse mudar aquilo. Trabalhando desde os dezessete como trancista, Yasmin colocava comida na mesa com o que ganhava na semana. Ela se orgulhava do que fazia, e amava ver suas clientes satisfeitas com seu serviço. Após trançar o cabelo de uma blogueira famosa, Yasmin conquista cada vez mais clientes, e uma dessas, era a mãe de Diogo Álvaro, ou, Baco exu do blues, como era conhecido. Desde o seu último relacionamento, Yasmin não se sentia segura o suficiente para engatar em um novo relacionamento, muito menos se amava o suficiente para isso. Mas Diogo a ajudou com sua autoestima e a encantou usando muito mais do que apenas palavras bonitas. ┊Obra por etherwal ┊Cover by etherwal ┊2023, baco exu do blues ┊CONCLUÍDO.

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