Contos de uma succubus

Contos de uma succubus

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WpMetadataNoticeDernière publication mar., oct. 29, 2024
Duas almas, um corpo. Uma luta eterna entre luz e escuridão. Meu verdadeiro eu: Astrum. Uma mulher comum, mas radiante. Mãe, amiga, parceira. Tão cheia de amor e cuidado, típica de câncer. Nas auroras luminosas, meu sorriso ilumina almas. Meu alter ego: Kaligmoon. Uma succubus, sedutora e fatal. Onde prazer se torna agonia. Nas noites de lua cheia, ela emerge, sugando almas. Quando o sol se põe, Kaligmoon desperta. Dois lados, uma essência. A eterna batalha dentro de mim."
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Duas almas atravessam o véu entre os vivos e os mortos no mesmo minuto, segundo e hora. Do mesmo dia, mês e ano. Sob a luz de uma lua de sangue. Uma delas segue o seu caminho e encontra a eternidade. A outra, com sede de sabedoria mesmo na morte, observa sua contraparte atravessar, mas ela não segue o mesmo caminho. Em vez disso, a alma curiosa, se aproxima do local de onde a outra veio, ela não vê muito, está turvo, como se estivesse debaixo d'água. A alma estende a mão, ela não consegue puxar de volta. Se ainda tivesse um corpo físico ela estaria franzindo as sobrancelhas enquanto faz força para soltar a mão de sua prisão invisível. A alma desiste. Ela se aproxima mais e passa uma perna, depois outra e então a cabeça. Derrepente, a alma esta sendo puxada, ela não sabe oque é aquilo ou como parar. Então ela flutua e flutua enquanto é arrastada pelo nada. E então tudo para. Ela sente dor, seu corpo todo protesta. Seu estômago geme de fome e ela não consegue respirar. Dois olhos cinzentos se abrem para a escuridão, apenas uma luz avermelhada iluminando o lugar, ela grita.

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