Ephemeral

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Nov 12, 2024
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Fiction
Romance
SINOPSE: Após anos se escondendo no abrigo silencioso de sua casa, onde o eco das palavras cruéis não podia alcançá-la, Lívia acredita que está pronta para recomeçar. Matriculada em uma nova escola, ela espera que o peso do passado seja leve o suficiente para ser esquecido, que ali, entre rostos desconhecidos, ela possa finalmente respirar sem medo. Mas, ao retornar ao ambiente escolar, o que parecia ser uma fuga segura se transforma em um espelho do que ela temia: os fantasmas da dor ainda assombram os corredores. No meio de um novo mundo de rostos, há um que a obriga a revisitar os piores dias de sua vida. Um garoto que, sem intenção, foi a chave para o sofrimento que ela tentou esquecer. Agora, Lívia precisa enfrentar uma pergunta que o tempo não conseguiu apagar: pode ela, finalmente, redescobrir o significado de perdão e recomeço, ou as sombras do passado serão fortes demais para serem superadas? Em sua jornada, entre cicatrizes e incertezas, entre a luta para se libertar e o desejo de entender, Lívia se vê na encruzilhada de um futuro incerto. Será que o que feriu seu coração pode, um dia, curá-lo?
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Contos

Histórias esquecidas no fundo da gaveta. Fantasmas atrás do armário da cozinha. Monstros que se escondem debaixo da cama. Mas e se os verdadeiros monstros fossem invisíveis, escondidos nas entrelinhas do mundo que construímos? Este livro é um baú de segredos, onde cada conto é uma chave para abrir portas que muitos preferem manter fechadas. São narrativas que flutuam entre o amor e a perda, entre o que foi soterrado pelo tempo e o que ainda grita por ser ouvido. Aqui, o luto dança com a memória, a natureza sussurra sua dor em rios sufocados, e corações partidos batem mais forte do que o medo. São histórias que não se contentam em apenas existir - elas cutucam, questionam, desmontam. Falam de violências veladas, de amores que não morrem, de mundos que precisam ser salvos. Mas não espere respostas fáceis; este livro é um espelho, e o que você vê nele depende do que carrega dentro de si. Contos contados, contos rasgados, contos molhados. Cada palavra é um convite para sentir, refletir e, talvez, mudar. Porque, no fim, todos temos algo escondido no fundo da gaveta - e talvez seja hora de tirá-lo dali, à luz do dia, para que ele não nos devore por dentro.

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