
À meia-noite, quando o mundo se entrega ao silêncio, ele desperta. Com pernas suaves como seda e olhos que devoram a alma, o monstro da teia desliza pelas sombras, transformando o quarto em seu domínio macabro. A cada passo, o ar se torna mais denso, a luz, mais distante, e o medo, insuportável. Não há como fugir, nem como lutar. Ele está vindo, e a escuridão, sempre faminta, terá sua presa esta noite.All Rights Reserved