Quando a obsessão toma o gosto do absurdo, até o amor pode se tornar devorador.
Ela é só uma barista, vivendo dias comuns entre cafés e conversas passageiras. Ele, um cliente aparentemente inofensivo, que, a cada visita, se aproxima mais do limite entre fascínio e loucura.
Na mente dele, ela não é apenas uma pessoa: é uma musa, um ícone, um desejo impossível de ignorar. Cada gesto, cada palavra dita com gentileza, transforma-se em combustível para uma obsessão avassaladora, tão intensa que atravessa as fronteiras do corpo e da moralidade.
Nesta sátira sombria sobre o amor romântico, as linhas entre paixão e posse se desfazem, revelando o que acontece quando alguém está disposto a consumir, literalmente, o objeto de sua adoração. Amor, desejo e horror se misturam em uma história perturbadora que questiona até onde os limites humanos podem ser esticados.
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