RUPHA - I LOVE YOU 3000

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WpMetadataNoticeÚltima publicación vie, ene 24, 2025
𝐑𝐮𝐤𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐬 𝐡𝐨𝐫𝐦𝐨̂𝐧𝐢𝐨𝐬 𝐚 𝐟𝐥𝐨𝐫 𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐞,𝐞 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐟𝐨𝐫𝐭𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐩𝐚𝐢𝐱𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐞 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐚𝐬,𝐦𝐚𝐬 𝐞𝐥𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐢𝐠𝐮𝐚𝐥 𝐚𝐬 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐚𝐬. 𝐏𝐡𝐚𝐫𝐢𝐭𝐚 𝐞́ 𝐚 𝐠𝐚𝐫𝐨𝐭𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐚𝐨𝐫𝐝𝐢𝐧𝐚́𝐫𝐢𝐚 𝐞 𝐮́𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐣𝐞𝐢𝐭𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐞𝐧𝐜𝐚𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫,𝐞 𝐩𝐨𝐫 𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐑𝐮𝐤𝐚 𝐞́ 𝐥𝐨𝐮𝐜𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐩𝐚𝐢𝐱𝐨𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐨𝐫 𝐞𝐥𝐚. 𝐏𝐡𝐚𝐫𝐢𝐭𝐚 𝐞́ 𝐮𝐦𝐚 𝐠𝐚𝐫𝐨𝐭𝐚 𝐜𝐡𝐞𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐞𝐧𝐞𝐫𝐠𝐢𝐚 𝐞 𝐚𝐥𝐞𝐠𝐫𝐞 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐚𝐥𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨,𝐦𝐚𝐬 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐫𝐚́𝐬 𝐝𝐚𝐪𝐮𝐞𝐥𝐞 𝐬𝐨𝐫𝐫𝐢𝐬𝐨 𝐥𝐢𝐧𝐝𝐨,𝐞𝐱𝐢𝐬𝐭𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐜𝐞𝐩𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞, 𝐮𝐦 𝐦𝐞𝐝𝐨, 𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐬. 𝐌𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐦𝐨𝐬𝐭𝐫𝐚𝐫 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐥𝐚 𝐞́ 𝐟𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐚𝐛𝐞 𝐜𝐮𝐢𝐝𝐚𝐫 𝐝𝐞 𝐬𝐢 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐚. [ HIATUS ]
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Pharita quebrou Chiquita de um jeito que ninguém viu, mas que todo mundo sentiu. Foi um estouro silencioso, do tipo que deixa o peito ecoando por dentro. Dois anos de namoro jogados no chão com um beijo escondido - e não em qualquer boca. Pharita traiu Chiquita com a única garota que Ahyeon, sua irmã, amava em segredo, no escuro, do jeito mais solitário possível. E naquele instante, alguma coisa em Chiquita morreu. Outra coisa nasceu. O nome disso? Ódio. Ela odiou Pharita, claro. Mas não parou aí. Odiou tudo que lembrava ela. O sobrenome. A família. A Ahyeon, que sempre a olhou como se soubesse de alguma coisa que ela não sabia. Ahyeon, que odiava Chiquita desde o início. Que nunca escondeu o desprezo. Que sempre teve aquela cara de quem torcia pra tudo desmoronar. E quando desmoronou, foi ela quem ficou do outro lado da sala, cruzando os braços, dizendo: "Eu avisei." Só que a dor delas tinha o mesmo gosto. E é aí que tudo começa a sair do controle. Elas decidem fingir. Fingir que se amam. Fingir que estão juntas. Fingir tão bem que ninguém duvide - nem mesmo elas. Começa com fotos forçadas, provocações públicas, sorrisos ensaiados pra doer em quem assiste. Um jogo de ego e vingança, onde cada toque é um ataque. Só que o jogo não para onde deveria. Nunca para. Chiquita começa a olhar demais. A pensar demais. E Ahyeon começa a vacilar. As respostas dela já não vêm tão afiadas. Os olhares duram um segundo a mais do que deveriam. E é nesse meio do caminho - entre a mentira e o que talvez nunca foi - que a verdade encosta no peito de Chiquita feito uma lâmina: Talvez o erro nunca foi amar uma Jung. Talvez o erro foi ter amado a errada. A mentira começa a doer mais que a traição. E no fundo do ódio, as duas descobrem que a raiva sempre foi só um disfarce pro que elas nunca tiveram coragem de sentir de verdade.

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