Adjra e seus raptores

Adjra e seus raptores

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WpMetadataNoticeHuling na-publish Tue, Feb 4, 2025
Tropecei no tronco morto do velho pinheiro enquanto corria pela minha vida. Não que eu realmente quisesse viver, na realidade viver para mim sempre foi motivo de decepção e lutas constantes, mas também não queria morrer, ao menos não de uma forma tão patética. Transpirando ofegante, sentindo meus pulmões arderem e meu magrelo e lento corpo cair no chão trêmulo e mole. Sinto um enorme desespero me afligir ao sentir meu tornozelo direito doer, meu Deus porquê!? Fico alerta ao ouvi-los se aproximando e tento levantar sem sucesso sentindo uma enorme dor. Medo, terror, frustração! Não aguentando mais choro, soluço me debato como uma maldita criança, grito por socorro tão alto e aterrorizante que todas as aves ao redor fogem de medo. Vejo aqueles malditos assassinos se aproximarem com seus enormes corpos ensanguentados e malditos marchados primitivos em punho. Grito de terror e mesmo com dor me ponho a correr com adrenalina nas veias e a esperança de viver tempo o suficiente para achar um amor. Tola! Tola! Tola! Como fui estupida!. Onde pensa que vai criança. Rheigor grita malignamente correndo atrás de mim como um maldito urso, corro o máximo que um ser humano manco poderia correr com a visão embasada pelas lágrimas e com o coração em chamas. Seja uma boa menina e volte para nós Adjra. Fryen grita em um sussurro tenebroso e malicioso que me fazem lembrar do motivo pelo qual eu escolhi me arriscar em meio a floresta à noite e lutar pela liberdade que talvez eu nunca a tenha novamente. Volte pra mim meu bebê, você sabe que eu vou te perdoar. Kalleo me chama chorosamente escondendo-se entre os pinheiros junto dos outros que me cercam e perseguem. Dark romance. Minha autoria.
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As pessoas costumam dizer que a primeira vez você nunca esquece e não foi diferente comigo. Eu me lembro de tudo. Do vento frio e seco, do cheiro de mato recém cortado misturado com ferro, eu me lembro dos sons, dos gemidos de agonia que não tiveram tempo de se tornar gritos, dos ossos quebrando e do vermelho vivo inundando e regando a terra. Mas se você me perguntar qual seria a coisa que eu nunca me esqueceria, eu certamente responderia os olhos. É engraçado que primeiras vezes quase sempre nos rementem a outras primeiras vezes. Alguma vez você já matou uma galinha? Eu honestamente não, mas me lembro da primeira vez que vi meu avô matar uma, existe uma fração de segundos entre o momento que a faca é erguida e o sangue jorra, um pequeno estalo que separa a vida da morte e neste pequeno estalo se você olhar nos olhos, você consegue ouvir a alma gritar. Particularmente a memória da alma da galinha implorando para viver me atormentou por anos, eu recordo de não ter comido carne por um bom tempo, eu nunca vou entender como alguém sente prazer em matar algo tão inocente, tão frágil, tão humano. Mas esta não é uma história sobre galinhas, certo? Esta é uma história sobre como um pequeno estalar de dedos do olhar de um homem me mostrou o sentido da vida, a minha missão. Está história é de como eu me tornei uma assassina.

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