Este livro é um sussurro sobre a natureza dos vínculos que nos unem - frágeis, intensos, inevitáveis. Fala do amor e de sua promessa de salvação, do conforto que ele traz em dias cinzentos, da forma como, por um instante, parece nos devolver ao lar. Mas também fala do que se esconde sob essa superfície: da dor que nasce quando o mesmo amor se desfaz, da ausência que resta quando um olhar se desvia, do peso de permanecer onde já não há abrigo.
Relacionar-se é entregar-se ao imprevisível. É plantar jardins em terrenos que talvez não floresçam, é construir pontes que podem ruir com o tempo, com o cansaço, com o silêncio. E ainda assim, nos lançamos - por necessidade, por esperança, por não saber outra forma de existir.
Este livro é sobre o bem que um amor pode fazer, mas também sobre o mal que ele deixa quando se vai. Sobre a beleza efêmera de um encontro e a cicatriz permanente de uma despedida. É, no fim, um lamento sutil por tudo o que foi e já não é - e, ainda assim, uma homenagem silenciosa ao que, mesmo partindo, nos transformou para sempre.
Observações: caso tenham erros de escrita peço perdão, aproveitem o livro.
Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor
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Escrevi cartas quando não havia mais ninguém para ouvir. Escrevi porque doía demais guardar tudo só pra mim. Escrevi para o amor que partiu, para o que não chegou, para o que nunca existiu de verdade... e, acima de tudo, escrevi para o amor que um dia fui capaz de sentir - mesmo quando não havia retorno. O amor que, no fim de tudo, sempre esteve em mim.
Entre páginas não lidas e amores não correspondidos, nasce um livro feito de confissões, saudades e silêncios. Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor, reúne cartas reais escritas por alguém que amou com toda a alma, mesmo quando o outro já não estava mais lá. Não são cartas para serem respondidas - são desabafos de quem sobreviveu à ausência e transformou a dor em palavra.
Se você já amou alguém ao ponto de se perder, talvez se reconheça aqui. E, se ainda não se encontrou, talvez essas cartas possam te guiar de volta porque, às vezes, a gente só precisa escrever para continuar existindo.