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Carmesim
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WpMetadataNoticePublikasi terakhir Jum, Des 27, 2024
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Fiksi
Romansa
'' Carne de minha carne, sangue de meu sangue, pele de minha pele, selvageria de minha selvageria. Venha até mim, me consuma, consuma meus ossos, carne, sangue, pele e ser, seja apenas minha. Filosofe sobre a vida comigo, filosofe sobre a minha vida, me desvenda, me leia, me ame com todo o seu ser. Sejámos iguais, sejámos apenas uma. '' - Texto autoral Desejo indomável? Na prática, o'que de fato seria isso? Cada ser pode ter sua única definição, para lobos pode ser apenas o mais puro instinto de sobrevivência, para nós pode ser paixão ardente, aquela que consome e faz nos secar a garganta, sentir calor, querer o estigma social de ser aceito por uma pessoa para poder nos chamar de nossa. O que se faz mais curioso é que mesmo entre seres semelhantes a definição do termo pode se diferir; esse desejo é diferente para cada um de nós. Para a protagonista dessa história, sua paixão que muda de acordo com o tempo e contexto é sentir e expressar. Escrevia não com as mãos, mas com a alma. Por mais que já estivesse com quase três decádas de existência, não fazia nada a ser considerado como de extrema importância, não estudava e nem trabalhava, não se importava de fato com tudo isso. Sua renda de fato advinha de um trabalho cosniderado tão sujo e nada poético; Trabalhava como zeladora em um motel de beira de estrada, limpando a sujeira dos outros e se perguntando como amavam se amar de fato? Ganhava pouco dinheiro, suficiente para uma revista ou duas, vendendo textos. A sua paixão de fato era essa, almejava sentir e se expressar por meio do papel e da caneta. Constratante, a que seria vista apenas como figurante se torna protagonista nessa história. A outra figura que se fará aqui presente sempre de fato teve tudo, mas, renegada, foi obrigada a largar de mão desse tudo para viver e ter a sua ''liberdade''. Enganada com falsas promessas se perdeu, e vive miseravelmente de rua em rua, esperando um trocado em troca de seu cobiçado
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Não, não havia esperança. As circunstâncias da vida, a palidez dos momentos e a bruma do coração talvez fossem os culpados. "O que pensar sobre a existência se não no fim dela?" - valia-se de um eufemismo para não acostumar com o absurdo da ideia que há tempos ganhava palco em sua mente. Enquanto lentamente se permitia definhar, Luana, a garota espremida entre a multidão, agarrada a um moletom vermelho e fones de ouvido escondidos pelo capuz, não exigia nada além de uma cama quente, silêncio e um livro. Já não vivia. Existia. Dando continuidade à rotina fatigante unicamente pelo senso de obrigação e medo da morte. Habitava numa tempestade silenciosa. Um temporal eterno. Gelado e escuro. E foi lá, entre os trovões ensurdece(dores) e gritos mudos, que a figura do para-raios, de um jeito imprevisível, apareceu. Um para-raios de sorriso determinado e assumidamente incapaz de esquecer os relâmpagos que vira nos olhos dela. Luana ainda não sabia, mas o futuro do reino do terror estava seriamente ameaçado. '''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' PLÁGIO É CRIME!

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