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WpMetadataNoticeLast published Sun, Dec 29, 2024
Kinich x Maya (O.C) Kinich estava exausto. Seu dia tinha sido árduo, sobrecarregado dos mais diversos trabalhos informais para conseguir um bom dinheiro. No fim, aquele dia tinha sido melhor do que ele esperava e isso era recompensador. Com o suado resultado, a antecipação para seus planos e um início estável estava cada vez mais garantido. Esse era um dos pouquíssimos motivos que impulsionavam seus passos, fazendo-o seguir em frente. Mas então, assim que percebia a proximidade daquele lugar, quando seus passos se tornavam relutantes ao subir os degraus e se deparava de frente aquela porta, a esperança e seu futuro oscilavam. Afinal, no fundo, ele sabia exatamente o que o aguardava quando abrisse aquela porta.
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HEAL

- Você implorou para que eu a encontrasse, que a procurasse no Inferno. Foi exatamente onde achei você. E, por mim, pode ficar para sempre onde está. - Do que você está falando? - Nada. Para mim chega, professora Bishop. - Por que escreveu aquele bilhete ridículo? - Que bilhete? - Você sabe muito bem que bilhete! O que você deixou na geladeira. Isto é um jogo para você? - Claro que não! Me solte. - Por que assinou o bilhete daquela forma? - Que importância tem isso? Maya ouviu o elevador se aproximar e soube que tinha poucos segundos para obter as respostas de que precisava. Fechou os olhos, as palavras. retumbando em seus ouvidos. Ela a procurou no Inferno. Ela havia implorado para que o anjo de olhos castanhos tentasse encontrá-la. Mas é claro que isso não tinha acontecido. Alucinações não atendem a súplicas. Mas e se Beatriz não fosse uma alucinação? E se... Ela sentiu algo parecido com medo percorrer sua pele. Mais uma vez, o impossível flutuou diante dos seus olhos. - Beatriz? - sussurrou ela. - Sim - disse Carina, movendo-se para manter contato visual com ela até o último segundo possível. - Eu sou sua, Beatriz. Você me deu meu primeiro beijo. Eu adormeci em seus braços no pomar. - Maya saltou para a frente tentando impedir que a porta do elevador se fechasse. - Beatriz! Espere! - Era tarde demais. A porta se fechou ao som daquele nome. Ela apertou o botão furiosamente, na esperança de que ela voltasse a se abrir. - Não sou mais sua Beatriz.

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