Um garoto totalmente perturbado

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Jan 3, 2025
Olá, eu me chamo Ryan. Atualmente tenho 27 anos e essa história é de quando eu tinha 13 anos. Eu frequentava a minha psicológica todos os dias, me diziam eu tinha alucinações, mas sempre achei que fosse mentira, achava normal as coisas que eu via, mas qualquer pessoa saberia que não era nada normal ver demônios andando junto com você, menos eu, achava que todos viam ele. Até eu ver um em específico, e eu acho que isso fica dentro da história.
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"Eu vejo gente morta." Ok, essa frase já é um baita clichê, mas no meu caso, é verdade. Desde que nasci, eu vejo como as pessoas vão morrer nos próximos minutos - e nada do que eu faça pode mudar isso. Já tentei impedir, já rezei, já fingi que não via... Mas a morte parece se divertir comigo, transformando cada tentativa de salvação em um final ainda mais absurdo. Então, o que eu fiz? Me tornei especialista em ignorar. Melhor ainda: fiz disso um estilo de vida. Aos 28 anos, vivo como nômade, evitando qualquer laço emocional e trabalhando como leitora crítica de manuscritos. Sim, eu sou paga para ler livros ruins e encontrar os que têm potencial. Um sonho para uns, um pesadelo para quem já não aguenta mais fanfics disfarçadas de romances. Mas meu maior problema não são os clichês literários. O problema é quando eu começo a ver mortes... que não deveriam acontecer. Assassinatos que ainda não aconteceram, mas estão prestes a rolar. E, pela primeira vez, talvez eu tenha um jeito de mudar a história - ou de acabar como mais um spoiler da morte. Uma história sobre sarcasmo, mortes inevitáveis e o prazer de rir na cara do perigo. Afinal, se a vida é um roteiro, eu já decorei o final.

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