Histórias da vóvo

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Jan 23, 2025
Em 1995, na tranquilidade de uma pequena fazenda cercada por mata fechada, duas crianças, Julia Maria de Conceição e Lucas Moura de Lopes, costumam se reunir ao anoitecer para ouvir as histórias da avó de Lucas, Dona Maria Lurdes. Sentada na varanda, iluminada pela luz fraca do lampião, a velha narra com maestria as lendas sombrias do folclore brasileiro - histórias do Curupira, da Pisadeira, do Corpo-Seco e da temida Matinta Perera. Naquela noite, as palavras da avó carregavam algo diferente. Um tom sombrio que parecia mais real do que nunca. Lucas e Julia foram dormir inquietos, mas curiosos. No dia seguinte, decidiram explorar a floresta próxima à fazenda, procurando sinais das criaturas das histórias. O que começa como uma brincadeira inocente logo se transforma em algo muito mais sombrio. Eles encontram pegadas, ouvem assobios à distância e sentem que estão sendo observados. Ao cair da noite, percebem que as lendas podem ser mais do que simples histórias. Algo foi despertado na floresta, e os dois precisarão enfrentar os perigos ocultos no coração da mata, onde a linha entre o mito e a realidade desaparece.
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Após décadas de exploração descontrolada, a Amazônia, antes um dos maiores pulmões do planeta após uma chuva de meteoros foi reduzida a um cenário desolador Os rios secaram, os animais fugiram, e a floresta foi tomada por poeira e cinzas A devastação, no entanto, não passou despercebida pelos antigos seres que habitavam as lendas e o imaginário popular do Brasil Criaturas do folclore, há muito consideradas extintas começaram a ressurgir, despertadas pela destruição. No Pará, as margens de rios quase mortos, o Boto Cor-de-Rosa voltou, mas não mais como o sedutor das histórias. Ele agora é um espírito vingativo, arrastando exploradores para as profundezas. Ao mesmo tempo, o Curupira, protetor das florestas, surge em meio às áreas desmatadas, usando seus pés virados para trás para confundir caçadores e madeireiros, deixando um rastro de destruição para aqueles que ousam desafiar a natureza. No Ceará, o sertão, que já sofria com a seca, foi tomado por uma fúria sobrenatural. A Mula-sem-Cabeça percorre os campos, suas chamas iluminando a noite e queimando tudo que representa a ganância humana. Ao mesmo tempo, o Saci-Pererê, brincalhão e travesso, tornou-se um sabotando de máquinas de extração e confundindo os fazendeiros com redemoinhos e assobios assustadores. Em Minas Gerais, nas cavernas e montanhas, o Boitatá, a serpente de fogo, emerge como guardião das últimas reservas de água e vegetação. Ele queima tudo que ameaça os rios e as nascentes. Nas cidades, o Lobisomem caminha entre os humanos, atacando aqueles que entram na sua fente, espalhando o terror entre os humanos e animais em extinção Esses seres não estão sozinhos. Pessoas comuns, movidas pelo medo , começaram a adorar essas criaturas como deuses da natureza. No entanto, nem todos veem essas criaturas como salvadoras. Grandes corporações e governos mobilizam exércitos para enfrentar os "monstros", iniciando uma guerra entre o mundo moderno e as forças

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