Amputação da Paz

Amputação da Paz

  • WpView
    Reads 6
  • WpVote
    Votes 0
  • WpPart
    Parts 1
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Sun, Jan 26, 2025
Poesia dura e nua, que te fará despertar para a tua capacidade de ingerência no que toca aos limites corporais, mentais e espirituais que nos cercam como seres de alma e evolução. Envolva-se nesta viajem vadia e dissonante do que está habituado quotidianamente no sentido de conseguir ascender e não mingar o último estádio da sua paz interior, bem último de felicidade, apesar dos abalos questionáveis da vida e da nossa própria personalidade.
All Rights Reserved
#83
portugal
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • As Memórias de Esteban - Um Breve Ensaio do Tempo
  • Amanhecer em Poesia
  • Lírios
  • Breguices Não Lidas
  • Minha Coleção de Palavras
  • Falsas poesias de um falso poeta
  • Os Poemas Não Mentem

Você não queria estar aqui lendo esse monte de merdas; e, talvez, eu também não queria ter escrito essas coisas. Porque se existisse algo que fizesse-nos sentir úteis, a mísera possibilidade de possuir essa coisa, de bom grado, estaríamos doando até a nossa alma, ou o que restou dela. Não estaríamos perdendo tempo lendo essas coisas. Por favor, caro leitor, não demonizem os meus pensamentos, nem as minhas lembranças. O diabo é coisa séria, e eu não ousaria brincar com alguém que sente prazer em ter a companhia de outras pessoas; mas também é preciso ter o mínimo de decência, e vocês hão de concordar comigo, não é preciso trazer a tona a sua moralidade religiosa, subjugar palavras de um tolo que não tem nada para lhes oferecer. Eu tenho uma cabeça doente, a minha alma foi forjada pelo fogo da tristeza e da solidão. Isto não é um manifesto contra toda a distopia criada pela minha memória. São, apenas, palavras. Palavras soltas tentando remontar a minha memória; essa, sempre desconexa, que coexiste pelas lembranças de um passado desordenado, um presente difuso e um futuro, indecentemente, incerto. Hoje, eu já não sei mais o que eu sou, mas, um dia, eu já fui o Esteban.

More details
WpActionLinkContent Guidelines