O Despertar do Abismo

O Despertar do Abismo

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WpMetadataReadMatureComplete Tue, Feb 4, 2025
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Non-Fiction
Tagsconto
O Primeiro Sinal: A lua estava partida. Não em sentido figurado, não como metáfora de um presságio sombrio. Literalmente partida. Os habitantes de Orzhad assistiram, paralisados, enquanto a lua que iluminava seus céus desde tempos imemoriais rachava ao meio, como se algo invisível a estivesse despedaçando. Fragmentos de rocha e poeira cósmica caíram dos céus como lágrimas de um deus moribundo. As águas do oceano se ergueram, engolindo vilarejos inteiros na costa. O vento uivava como uma criatura agonizante. No topo da Torre dos Arcanistas, a Grande Arquimaga Selene Vaelora assistiu ao fenômeno com o coração acelerado. Seus cálculos estavam corretos. O selo estava quebrando. O abismo despertava. E com ele, Nharzith.
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#1- O início Há algum tempo atrás uma rapariga vivia num planeta lindíssimo, o seu nome era Leonor, ela era linda, generosa, sensata e humilde. Tinha o cabelo castanho claro e macio, os olhos castanhos e brilhantes, um olhar feliz, era alta e era bem constituída ( não era gorda nem magra ). Tinha uns 15 anos, mas já era muito madura e adulta. A adolescente vivia com os seus pais e dois irmãos, uma menina de 10 anos e um rapaz de 18 anos. O seu mundo era verde, tinha paisagens belas e a palavra poluição não existia, pois a sua tecnologia era tão evoluída que não havia emissões de gases poluentes nem nada do género. A água era límpida, parecia um espelho, era tudo calmo. A maioria das pessoas eram simpáticas e compreensivas, contudo, como em todo lado existiam exceções. Pelo menos era tudo assim até chegar um certo dia. Era um dia bonito e solarengo quando de repente, sem mais nem menos, o ceú ficou cinzento, com nuvens carregadas, uma ventania incrível, o mar agitava-se, a terra tremeu por pequenos instantes, era um cenário verdadeiramente assustador. Passado um tempo começavam a aparecer luzes no céu. Estavam todos assustados e o pânico instalava-se, todos gritavam, corriam, era uma confusão total. Leonor, tentava manter a calma, abraçou a sua família com força e disse: - Fiquem calmos e aconteça o que acontecer fiquem comigo. Parecia que o mundo ia acabar. Já se via mais que luzes no céu, viam-se coisas... pareciam naves, não eram naves eram...coisas.

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