- Ah, meu bem, foi aquela mesma ladainha de sempre: Só mais um padrezinho metido à besta, corrompido por um mentor que deitou pra mim no passado. Ficou chateadinho, pensou que acabar com os pactos do clã Umbra seria uma boa pedida. E achou que usaria o sangue do filhotinho do Sparda no ritual. - Tomou um gole do seu drink, ouvindo o barulho do gelo chocando ao vidro de seu copo. - E quase conseguiu! Francamente, conhecer o todo-poderoso caçador de demônios nessas condições, foi patético. Você caiu na de uma criança...
- Qual é, todo homem tem alguma fraqueza! Hoje, inclusive, conheci mais uma - dizia, se aproximando um pouco mais, sem vergonha alguma de flertar. Você não meteu apavoro sozinha, bruxinha, botei pra quebrar também. Dante encostou-se ao balcão, de costas para ele. Quer pizza? - perguntou, oferecendo uma mordida do alimento que segurava, deixando-o a milímetros dos lábios de Bayonetta, que só não brincou mais com a situação para provocar o rapaz porque a sinopse precisa ser de classificação livre, então apenas revirou seus olhos.
- Não, eu não quero, e foi justamente assim que tudo começou. Vamos lá, rapazes- dizia, derrubando o pedaço de pizza com uma de suas pistolas acopladas em seu salto alto ao descruzar as pernas, deixando um Dante desolado sem sua pizza, porém, hipnotizado com aquelas pernas. Vamos dançar! - Colocou-se em pé com uma sensualidade que só aquela mulherão tinha.