DEZ DIAS
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WpMetadataNoticeDernière publication mar., févr. 11, 2025
O tempo é algo poderoso e extremamente valioso! Poderoso porque, apesar de toda a evolução humana e tecnológica, não conseguimos dominá-lo. Em uma fração de segundos, podemos perder a vida ou, paradoxalmente, nascer ou renascer, como dizem aqueles que escapam das grandes catástrofes. Podemos passar uma vida inteira preocupados com o dinheiro ou com a falta dele, mas, no fim, descobriremos que, com ou sem dinheiro, a vida continuou-ou não. Valioso, pois nos oferece apenas o agora, o hoje, o presente, a fração de segundos. E deixar para depois, para amanhã, pode não ser a melhor escolha. Esta é a história de um homem que tentou mudar o seu destino e o de sua família. E conseguiu! O que ele não imaginava era que um dia o passado se tornaria presente em seu próspero futuro. Chegara o momento de acertar as contas com sua própria consciência e fazer descobertas que mudariam para sempre sua existência.
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Acredito que a vida deveria ser mais do que apenas sobreviver, que se encontramos uma razão para sorrir, não deveríamos chorar. Acho que existe um propósito. Não acho que fomos enviados por Deus para seguirmos uma rotina. Não se, realmente, existe um Deus lá em cima, mas, de al-guma forma nosso cérebro nos predestina a agir, nos obriga a pensar, a decidir. Construindo uma vida, uma vida repleta de escolhas, às vezes boas, outras vezes ruins. Vivo em um apartamento simples, ao lado do hospital. Não me casei. Não estou em um relaciona-mento ainda. Passo a maior parte do tempo no hospital. Vira e mexe encontro meus amigos da an-tiga escola, que sempre me cumprimentam com a mesma expressão: "quem te viu, quem te vê". Não desminto. Admito que, no momento em que decidi me tornar cirurgiã, de certa forma, parei de viver, deixando festas e bebedeiras para trás e me foquei em sobreviver a faculdade. Em meus raros tempos livres, permito-me viajar no tempo. Lembrando-me de meus 16/17 anos, onde festas e bebedeiras eram presentes. Relembro de quando passei para a faculdade, caralho, aquela noite foi louca, vagas lembranças de doses de tequila e meninos me veem a cabeça. Lembrei-me de quando peguei meu diploma, da primeira cirurgia, fazia tempo. Minha mente foi invadida pelas lembranças da residência, onde perdi meu primeiro paciente. Um menino pequeno, 6 anos, traumatismo craniano, hemorragia subdural devido ao trauma, não podíamos fazer nada para ajuda-lo. Sofri a perda, mas me apaixonei pela profissão, o que fez com que eu me tornasse neurocirurgia pediatra. Meu despertador tocou de uma forma irritante, me despertando de minhas memorias e me levou a pensar, eu estou apenas sobrevivendo ou estou realmente viva?

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