Batman and Foxyman | Luriel

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WpMetadataNoticeLast published Sun, May 25, 2025
Nas profundezas da cidade escavada, as noites são longas e perigosas. Nos becos sombrios, onde o crime se esconde, uma sombra se ergue em busca de justiça. Os inimigos sussurram seu nome com temor: Batman. Mas, quando o sol nasce, Azriel precisa equilibrar sua vida dupla, mantendo suas notas e presença na faculdade. Enquanto seus irmãos o chamam de louco, ele sabe que está fazendo a diferença-mesmo sem entender qual. Novos vilões surgem a cada dia, mas um em especial o frustra mais que qualquer outro: a Raposa. Um ladrão de sorriso provocante e cabelos ruivos que sempre escapa... ou talvez Azriel apenas perca o foco ao vê-lo em seu traje de couro justo. O ódio e o desejo se misturam a cada novo roubo, até que um inimigo ainda mais perigoso surge. O Coringa ameaça destruir a cidade, forçando Batman e a Raposa a unirem forças. Como se não bastasse, o vizinho insuportável de Azriel não para de atrapalhar suas poucas horas de sono. Entre o dever, a tentação e o caos, Azriel precisa decidir quem realmente é-e se pode resistir à Raposa por muito mais tempo.
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"Uma estrela desapareceu do céu naquela noite." - Um ciclo se fecha quando o céu e a noite se tocarem. O herdeiro da Sombra e a filha da Luz Antiga caminharão separados, mas ligados. Sonharão juntos. E, se o mundo permitir... serão um. Helion fechou os olhos por um instante. A imagem do filho de Rhysand - o menino de olhos violeta recém-nascido nas terras do norte - passou por sua mente como um sopro. Ele sempre fora sensível à magia dos outros Grão-Senhores, e algo nele havia estremecido quando a criança nascera. - Então é verdade, - ele murmurou. - Ela foi feita para ele. - Ou para destruí-lo, - disse Melyn. - O destino não é uma linha reta, Grão-Senhor. É uma tapeçaria, e fios puxam em todas as direções. A escolha será deles. O silêncio voltou a pairar. Helion se aproximou do berço. A menina suspirou, os lábios curvando-se como se sonhasse. Um brilho suave percorreu sua pele, como poeira de estrela. Ele estendeu a mão, tocando levemente os cabelos dela. - Eliryn, - disse com voz baixa. - Que sua luz nunca se apague, minha filha. Depois, virou-se para Melyn. - Esconda-a. Ninguém pode saber. Nem Tarquin. Nem Rhys. Nem os demais. Crie-a onde nem mesmo os ventos sussurram seu nome. A sacerdotisa apenas assentiu. E, enquanto Helion se afastava, uma estrela caiu no horizonte. Mas ninguém viu.

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