Contos de uma mente em marulhos

Contos de uma mente em marulhos

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Apr 16, 2025
Este livro é um mergulho nas águas agitadas de uma mente que não encontra paz. É um relato de uma busca incessante, de um amor impossível que se forma nas entrelinhas de um pensamento que insiste em não se calar. Às vezes, o coração bate mais forte por algo que não se pode alcançar, e a mente, com seus labirintos, cria histórias que jamais serão vividas. É uma dor silenciosa, muitas vezes escondida, mas que transborda em palavras. "Contos de uma mente em marulhos" não é apenas sobre amar alguém que não nos pertence, mas sobre ser consumido por um desejo que nunca se realiza, sobre como os sentimentos mais profundos e intensos podem nos aprisionar em um ciclo de incertezas e saudades. Cada conto aqui é uma fragmentação dessa busca. A cada linha, você será levado a uma lembrança, a um suspiro, a uma sensação de que, talvez, esse amor seja mais um reflexo do que o amor verdadeiro poderia ser. O que é um amor impossível senão um reflexo daquilo que desejamos, mas nunca podemos ter? E o que é a mente senão o campo onde todas as nossas ilusões e dores coexistem, alimentando-se mutuamente? Este é um convite para adentrar um mundo onde a esperança e a desilusão se entrelaçam, onde o que parece perdido se torna, ao mesmo tempo, mais presente e real. O marulho é constante, mas o que nele se encontra é aquilo que nos define, que nos move, que nos marca.
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Não sei explicar direito o que foi que houve quando eu te encontrei, nem como isso tudo aconteceu tão inesperadamente. Foi de supetão, sem que nenhum de nós estivesse esperando sermos pegos desse jeito por algo tão grandioso. Foi uma dessas coisas que surgem do dia pra noite, exatamente daquele jeito que a gente não acredita muito que pode acontecer porque parece demais com história de filme de amor. Não sei se foi destino ou acaso ou coincidência ou tudo isso junto. Não sei o porquê, nem mesmo consigo saber se existe um. Mas eu sei que de algum jeito a gente aconteceu. O amor não pede pra que a gente por favor o deixe entrar, nem pra que cedamos um lugar pra ele. Ele não se importa com isso. Não faz cerimônia alguma. Ele domina cada parte de nós sem sequer pensar se vai fazer muita ou pouca bagunça. E ele pode até assustar de começo, parecer forte e estrondoso demais, sem contar que acaba tirando o nosso sono e a fome e os pés do chão e que atenta a gente a fazer coisas que nem passavam pelas nossas cabeças, mas nada é tão bom quanto senti-lo. Ele nos faz acreditarmos que podemos tudo. E é assim que eu me sinto desde o dia em que você cruzou o meu caminho jurando que queria andar comigo, cheia de coragem pra vencer a vida ao seu lado.

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